domingo, 9 de junho de 2019

Revista Cosmos Espírita Nº 18 Ano 2 Junho 2019

Revista Cosmos Espírita com textos em prol da educação e da alfabetização científica.

Revista Científica de estudo das inteligências e seus fenômenos: As relações entre o Mundo Invisível e o Mundo Material, suas causas e consequências.
Acesse as outras Revistas em nossa Biblioteca: http://oeep.com.br/index.php/biblioteca/acesso-ao-conteudo/37-revistas

segunda-feira, 4 de março de 2019

Muito amor no coração!


Foi com essa frase que fui recebida na espiritualidade. Fui chegando aos poucos perto dos que me chamavam e percebendo que não fazia mais parte do mundo dos encarnados.
Fui espírita devotada. Sempre frequentei a casa espirita e fazia todas as atividades que me eram atribuída. Nunca procurei fazer mais do que me mandavam, pois tinha um pouco de dificuldades no entendimento das coisas.
Outra coisa que me prendia a essa dificuldade era de não ter uma mediunidade aflorada.
Fazia tudo com muita dedicação, mas sem ter clareza de que algum espírito estava próximo de mim, ou mesmo me intuindo, ou ainda me movimentando o corpo.
Mas como minha fé era grande, sempre confiei de que os meus guias e mentores faziam a sua parte.
Ouvia diversas vezes as pessoas falarem sobre os espíritos e suas manifestações. Participei de grupos de desobsessão para dar o apoio, pois preferia apenas a ajudar os outros médiuns.
Participei dos trabalhos de cura, mas também só dando o apoio e nunca me envolvendo além do que me orientavam. Tive sempre curiosidade de saber tais coisas, e de como elas aconteciam, como a cura se fazia e como as pessoas envolvidas eram curadas pelos médiuns.
Mas como não tinha a mediunidade, tinha uma grande fé de que tudo estava correndo em conformidade com a espiritualidade.
Com o passar dos anos, fui ficando com o peso do corpo e com as dores e sintomas que só a idade pode compreender.
As dores se tornavam minha companheiras dia e noite. Mas o pior foi o câncer. E esse ficou evidente quando da biopsia identificou não só a malignidade, mas também a proporção que tinha já assumido.
Mas a fé não podia faltar.
O que faltou foi a visita dos amigos e amigas.
Aqueles que se diziam companheiro de jornada, esqueceram de me visitar quando fiquei acamada e com os dias e horas a contar.
Mas não estou reclamando, não! Estou apenas destacando sobre a situação amorosa que vivi e convivi.
Agora que do lado de cá estou. Ou seja. Agora que estou na espiritualidade, posso perfeitamente compreender tudo que vivi, e sobre tudo que na casa espirita não compreendia.
É maravilhosa a passagem quando se dá com o mínimo de conhecimento. Naquela noite de inverno, no hospital, quando as maquinas já apontavam a minha morte, vi a luz que se fez em todas direções.
Ouvi uma voz doce e suave a me chamar e a luz a me esquentar o peito, a me aquecer o coração.
Ora só! O coração passou a bater calmamente, e uma leveza incrível se fez. Eu era livre, livre das dores e do peso.
E as pessoas que me chamavam eram amigas e amigos, familiares e queridas irmãs, que já tinham falecido antes de mim. E alguns espíritas que conheci na casa, mas que já tinham partido, também vieram ao meu encontro. E, nossa! Como é bela a chegada! Como é gratificante o aconchego. Ao me chamarem fui deixando o quarto e me achegando ao grupo de queridos.
E em abraços confortadores, me pus a acarinhar os cabelos de minha mãe, como fazia quando ainda ela me apanhava no colo, quando criança.
A vida na espiritualidade não é de descanso e nem de férias. Nós nos dedicamos com muito mais trabalho e dedicação. Mas sem o tão desgastante cansaço que abate sobre o corpo.
Hoje sei como se dá as curas, os passes, as desobsessões e tudo mais que envolve os trabalhos espiritas.
Quero deixar um grande beijo para todos e todas que se dedicam ao trabalho de amor e caridade. E saibam que é com muito amor no coração as recebemos juntas e juntos nos trabalhos.
Fiquem com Deus.
Maria
Psicografado em 01 de junho de 2018.

domingo, 3 de março de 2019

Tenha fé!


A fé remove montanhas! Já disse o grande sábio. O Mestre Jesus, nosso iluminado irmão, que nunca nos falta, aponta o caminho, indica o sentido da fé.
Se temos medos em algum momento, lembremos do altíssimo e removamos essas montanhas que atravancam nossas esperanças.
Se temos as incertezas do destino a que estamos submetidos, tenhamos a fé para dissipar essas montanhas de sombras que escondem a luz do altíssimo.
Se a desesperança se faz em nossos corações, que juntemos nossas mãos em oração, e com fé faremos o orvalhar da compaixão remover montanhas de desesperança.
Se a montanha da solidão afligir a alma santa, tenhamos no olhar a fé do novo momento para refletirmos sobre a montanha que desvanece e abre o horizonte das novas oportunidade.
Tenhamos fé! NO AMOR! NA PAZ! NO PAI!
Que a luz divina aqueça vossos corações!
Que o balsamo do amor vos aproximem dos irmãos e irmãs!
Que a vida se faça com esplendor e simplicidade, e na figura angelical, que as asas dos Anjos de Deus te acolham!
COM AMOR. TEU AMIGO,
CIRO
Psicografado em 21 de setembro de 2018.

sábado, 10 de novembro de 2018

Aniversário do Blog – oito anos com a Espiritualidade


Hoje [05/11/2018] comemoramos oito anos de publicação das comunicações originárias da Espiritualidade. Os Irmãos e Irmãs que se dispuseram em trazer suas experiências aos encarnados, contribuíram para um aprendizado coletivo, irmanados pelo sentimento colaborativo para a evolução de todos.
Nos oito anos de trabalhos, muitas revelações se fizeram, orientações foram dadas, mensagens foram encaminhadas, a fraternidade foi estendida para muitas Almas. O Amor Espiritual se faz a cada psicografia e sinaliza que os laços entre o Mundo Invisível e o Mundo Material estão a cada dia mais ajustados, assertivos e integrados.
Destaca-se na Espiritualidade a abrangência de cada palavra, de cada frase, em seus efeitos nas consciências dos leitores do Blog. A cada leitura um chamamento se faz para a Espiritualidade, e um todo de Espíritos se direciona para conversar com a consciência que reflete, que questiona, que busca rememorar familiares e amigos, que busca relembrar passados vivenciados, ou que pensa em um futuro melhor.
As conversas vão além do momento da leitura, se estendem para sonhos, diálogos com outros Espíritos, para realidades em outras esferas e para ambientes que são considerados oportunos para estimular a evolução do encarnado leitor das psicografias do Blog.
Compreendendo o alcance de cada consciência, a Espiritualidade encontra o momento oportuno para o passo seguinte; além de psicografias que oportunizaremos sobre as experiências dos Espíritos que chegam na Espiritualidade, traremos aos encarnados a partir de agora conhecimentos sobre tecnologias. Estão destacados Irmãs e Irmãos das mais diferentes áreas da Ciência que trarão informações sobre Tecnologia e Ciência.
Que o ano vindouro do Blog esteja, e está, iluminado pelo nosso Pai Celestial e que essa luz se irradie na consciência de cada leitor do Blog Espiritualidade2010.
Fiquem com Deus!
Irmão Bartolomeu
Psicografado em 05 de novembro de 2018.

quinta-feira, 18 de outubro de 2018

Amor e Fraternidade

Foi um tempo que passou. Tive diferentes momentos na vida quando estive na carne. Diferentes sentimentos me percorreram a Alma. Mas sempre me dediquei diante das situações, as mais pequenas que fossem.
Fui mãe zelosa e sempre procurei atender os filhos com mais atenção que pude. A pobreza que assolou na época fazia das dificuldades a forma como a mais difícil de se passar. Mas tudo foi realizado com o terço na mão e com muita fé no coração.
Dias difíceis são para aprender e guardar. E os mais sóbrios são aqueles que quando recordamos, encontramos os maiores aprendizados. E foi com o zelo de uma mãe dedicada, que dava de si para o conforto dos filhos, que pude acalentar as dificuldades pelos quais não queriam que meus filhos sentissem. Também não desejava que eles percebessem.
Mas a situação era tão sublime, quando nas orações procurava olhar em pensamento um pão na mesa; fazia isso para pedir ao pai que atendesse quanto às dificuldades do alimento... queria que não faltasse comida aos filhos.
Mas, de vez em quando a comida até diminuía e as orações se faziam em matérias e sentimentos de outros, que percebendo minhas dificuldades, estendiam um pão ou algum pacote de comida.
Em minha época, de vida no interior, a vida de mãe solteira não era muito aceita.  Tive uma vida repleta de dificuldade quanto a essa questão do reconhecimento amoroso da comunidade.
Mas estou apenas a recordar as experiências, e não a reclamar..., tudo é uma aprendizagem, que foi e é muito útil para atingirmos maiores momentos com os Espíritos Superiores.
Mas como estava escrevendo... Fui mãe zelosa e sempre me dediquei com minhas forças para os meus filhos. Tive um filho com deficiência e fui abandonada pelo marido em mesmo momento da gravides.
Depois fiquei encantada e com a esperança refeita quando outro rapaz se aproximou. Mas a única coisa que me deixou foi a felicidade de uma filha. E esse dadiva divina foi minha base e é minha luz até na Espiritualidade. Minha filha foi quem me auxiliou a cuidar de meu menino, e também depois de mim.
Tive meus sonhos desmanchados para aprender a caminhar com as próprias pernas. Tudo dentro da misericórdia divina e em consonância com o amor de Cristo. Amor e Fraternidade. Eis o que aprendi em minha vida com a carne. Temos de ter Amor para com todos e eterna Fraternidade de forma indistinta.
Hoje vejo e relembro o aprendizado e compreendo como foi é, e sempre será, estar aprendendo sobre o Amor e a Fraternidade. E com certeza a pratica leva à perfeição. E nesse ponto clamo para estarmos sempre atentos. As mães, as mulheres trazem no íntimo uma chama, uma luz, um átomo que as propicia o Amor e a Fraternidade para com todos os irmão.
Amar sempre e ser Fraterna indistintamente. São aprendizados e práticas de quem percorreu a carne com um menino e uma menina de “ouro”. E hoje os vejo com luzes em meu Mundo, na Terra ou na Espiritualidade, são ambos meus anjos. Guardião e Protetor.
Fiquem com Deus e pratiquem o Amor e a Fraternidade.

Luiza A. J. P. 
Psicografado em 15 de junho de 2018.

sexta-feira, 12 de outubro de 2018

Queridos!


Quando recordo e revivo os dias que pela Terra passei, sinto uma alegria muito grande em reconhecer as pessoas que me ajudaram no meu crescimento.
Vejo minha entrada na Terra pelas mãos de minha mãe. Que ela sempre se dedicou em dar o melhor de si para mim. E vejo meu pai que também trabalhou de sol a sol; e que por vezes deixou a dor ser menos forte do que a minha necessidade, e mesmo doente foi em busca do pão para o meu sustento.
Vejo meus irmãos que comigo dividiram o mesmo espaço doméstico e das confusões que fizemos no ambiente.
Vejo as aulas, na escola perto de casa, onde as professoras iniciaram as ciências e as artes para mim.
Vejo o andar dos anos e como esses mesmos anos forem transformando as rotinas e o meu pensar, como o tempo foi burilando a minha forma de ver e sentir o mundo. Mais que isso, vejo como as voltas do mundo geraram e me levaram para mais perto de Deus.
Mas vejo o quanto sou pequenina diante da grande obra divina, uma pequena centelha de luz a percorrer diversos tempos, diferentes roupagens, diferentes caminhos e se encontrando com as outras almas em diversas encruzilhadas das vidas, das vidas sim, no plural.
Vejo a quantidade de experiências vividas e as transformações que passei e ainda estou passando.
De uma luzinha esmaecida e cintilante se transformando em algo mais radioso em cada caminhada nas encarnações.
O amor que construímos em cada caminhada, são como a Luz do Sol, são como iluminar o coração a beneficiar a todos e todas por onde passamos.
Vejo que a vida, ou melhor, as vidas, são nossas passagens para um dia chegarmos aos nossos destinos, ao que todos devem chegar, ao coração de Deus.
Da irmã Iolanda.
Para sempre.
Amores!
Psicografado em 13 de julho de 2018.