quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Cidade Espiritual localizada sobre a Ásia – Parte I

Na madrugada do dia 25 de janeiro de 2011, fui levado pelo mentor Bartolomeu para uma Cidade Espiritual que fica sobre o continente asiático.
-Charles, estamos numa cidade localizada sobre a Ásia. Para evitarmos qualquer desentendimento que possa vir a afetar seu trabalho, o nome e a localização aproximada serão preservados. Nosso objetivo hoje é lhe mostrar sobre os preparativos que a Espiritualidade vem organizando diante de acontecimentos futuros.
Estávamos numa avenida pavimentada, com largura de uns 100 metros, que adentrava a cidade. Na sua entrada existiam duas gigantescas colunas que se encontravam bem no alto, formando um “X”. Conforme a disposição da avenida e a posição do Sol, percebi que a mesma se estendia de Leste a Oeste. Bartolomeu se antecipou e comentou sobre a cidade.
-Esta é uma das Cidades Espirituais mais antigas da Terra. Foi daqui que saíram muitos trabalhadores para auxiliar nos trabalhos biológicos para a evolução do homem, no passado longínquo. Aqui estão os registros de todos os procedimentos realizados e os resultados obtidos para a constituição do corpo humano. Aqui também estão registrados todos os acontecimentos das civilizações e suas histórias.
Enquanto caminhávamos cidade adentro, Bartolomeu ia falando sobre os arquivos guardados e a importância da cidade.
-Diversos irmãos que tiveram a missão de escrever sobre o futuro da humanidade, estiveram aqui para visualizar os acontecimentos. Para se ter uma ideia, Nostradamus, antes de escrever sobre o futuro, era trazido, em desdobramento consciente, até aqui para visualizar as ações humanas e os destinos da ciência e tecnologia, dos povos, nações, governos e líderes. O trabalho desenvolvido por esta cidade foi o de sempre acelerar a evolução da humanidade. Seus emissários seguidamente recorreram às esferas superiores, buscando orientações para seus trabalhos, bem como buscaram missionários para encarnar na Terra e colaborar com a evolução da humanidade. Diversas vezes os emissários visitaram planetas distantes e mais evoluídos, buscando por irmãos que aceitassem encarnar na Terra para contribuir em sua evolução. Independente dessa busca louvável sempre ocorreu encarnações de Irmãos da Espiritualidade Maior para lançar luz no caminho da humanidade.
Apesar das explicações de Bartolomeu, era impossível não se deslumbrar com a beleza da cidade.
A cidade era completamente plana. As avenidas eram largas. A vegetação complementava toda a arquitetura das casas e dos imensos prédios. Os canteiros que ladeavam as avenidas eram formados por flores de pequena altura, circundando árvores de grande porte, semelhante as palmeiras.
Os prédios eram de trinta, quarenta ou cinquenta andares e construídos em variadas estruturas arquitetônicas. Uma mistura de vidros, mármores, jardins suspensos e armações metálicas. Todos eram muito altos. Cada um dos prédios ocupava o espaço de uma quadra. No entorno de cada prédio, jardins e praças eram tomados por entidades sentadas nos bancos, sobre a sombra de pequenas árvores, lendo livros ou conversando. Também havia diversas entidades que cruzavam em todas as direções.
A luminosidade do Sol, que parecia indicar umas 10 horas da manhã, dava mais vida e beleza a todo o cenário da cidade. Fontes de água construídas em pedra e chafarizes esguichando a uma altura de 20 metros tinham seu spray levado pelo vento, criando no ar as cores arco-íris.
Um dos prédios parecia estar suspenso no ar. Nesse, havia apenas quatro colunas, uma em cada canto, construída como sobre ilhas em um espelho d'água que circundava todo o prédio. Nelas, a vegetação foi disposta de tal forma que as colunas ficaram ocultas. E conforme o vento mexia com as folhagens, tinha-se a impressão de ver o prédio flutuando. Abaixo do prédio, bem ao centro, havia uma rampa em formato helicoidal, que conduzia aos andares do prédio. E ao centro dessa rampa havia uma coluna circular, feita em vidro, onde estava o elevador. Pude perceber que ali onde estavam a rampa e o elevador, constituía uma abertura até o topo do prédio, por onde entrava a luz do Sol. Olhando de fora, aquela rampa parecia uma enorme mola branca, enquanto que a coluna de elevador representava um eixo central. Existiam quatro pequenas estradas de acesso, semelhantes a pontes, que cruzavam o espelho d'água da calçada até a área da rampa e do elevador. O fundo azul do espelho d'água refletia a luz do Sol que, contrastando com as flores e folhagens, iluminavam o teto com colorido em movimento.
Depois de contemplar por alguns segundos aquele prédio, Bartolomeu indicou que já estávamos perto do nosso destino. Foi quando vi dois discos voadores lentamente cruzando o céu. De imediato questionei meu mentor:
-Bartolomeu! São discos voadores de extraterrestres?
-Sim! São nossos irmãos. Vem de outro planeta e cumprem missões aqui na Terra. Há milhares de anos essa atividade de colaboração acontece. Porém, eles ainda não têm autorização para se manifestarem publicamente na Terra. Suas aparições são sempre isoladas e se destinam a despertar a humanidade. Apesar de possuírem um corpo físico, de densidade similar ao do homem na Terra, esses irmãos necessitam de roupas especiais para saírem das naves quando em atividades terrenas. Seus trabalhos, em especial, constituem em colaborar na evolução humana. Eles auxiliam nos resgates de espíritos e também promovem resgates de encarnados. Mas me abstenho, por enquanto, de lhe falar com mais detalhes sobre os extraterrestres e esses resgates. Temos uma pauta a cumprir hoje e sua atenção deve estar focada.
Depois de caminharmos aproximadamente por uns 15 minutos, chegamos a uma grande casa.
-Charles, pela porta dessa casa Nostradamus passou diversas vezes. Aqui está preservada a tecnologia utilizada por ele para enxergar o futuro. Apesar dos avanços nesses quinhentos anos, optou-se em preservar esse cenário, a casa e a tecnologia, tal qual a utilizada por Nostradamus.

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