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terça-feira, 16 de novembro de 2010

Referência na Terra para a Cidade Espiritual “Nosso Lar” – A Cidade Iluminada – Parte III

Anastácio desligou a luz de localização e elevou a nave para cima da muralha. Acho que estávamos sobrevoando a uma altura algo em torno de duzentos metros.
O muro, que cerca a cidade, estabelece uma enorme circunferência. Sobre ele há vegetação e um corredor. Enquanto a nave ia lentamente desenvolvendo uma trajetória diagonal, observei que as avenidas iniciavam junto ao muro e continuavam paralelas em direção ao horizonte, certamente em direção ao centro da cidade. Essas avenidas retas, do muro ao centro, eram cruzadas por outras avenidas formando o que conhecemos como anéis viários, e estabeleciam círculos concêntricos. As avenidas retas parecem formar pontas de uma gigantesca estrela desenhada no solo da cidade. Aos meus olhos, aquelas avenidas pareciam formar desenhos longitudinais de raios do sol. Como se o mapa da cidade fosse os traços de um sol, como aqueles desenhado pelas crianças; como se representassem duas rosas-dos-ventos, uma sobreposta à outra, cortadas por outras ruas que formavam os círculos.
A luminosidade da cidade era muito semelhante aquelas noites natalinas, quando ruas e casas são enfeitadas com luzes coloridas. As flores, perfazendo os canteiros em extensas avenidas, pareciam refletir as luzes como vaga-lumes. As árvores também tinham uma beleza peculiar. E, apesar de ser noite, havia muitas pessoas pelas calçadas e jardins.
Enquanto reparava um conjunto de prédios bem iluminados, abaixo de nós, Bartolomeu passou a tecer algumas explicações.
-Charles, repare a grandiosidade dessa cidade, que ficou conhecida na Terra como Nosso Lar. Veja a comunhão de amor que ela consolidou. A cidade surgiu em 1530, quando irmãos europeus chegaram aqui. Antes essa região era uma aldeia dos irmãos que na Terra formaram a tribo dos Tamoios. Os irmãos europeus e os irmãos Tamoios iniciaram juntos os primeiros fundamentos da nova cidade que se dedicaria aos trabalhos de resgate dos irmãos que em solo brasileiro desencarnariam como resultado dos conflitos entre europeus e ameríndios. Lembre que a chegada do europeu, com seu interesse em explorar as riquezas da mata, nunca foi de todo pacífica. Desde 1501 a madeira era levada para a Europa. Mas é a partir da década de 30 que os conflitos pela posse da terra ganharam o aprofundamento da violência desmedida. Almas caridosas iniciaram um trabalho de intensa oração aos irmãos desencarnados que necessitavam de amparo e socorro. A comunhão entre os abnegados irmãos fez europeus e ameríndios trabalharem arduamente nas regiões do Umbral pela pacificação dos corações empedernidos nos conflitos que vieram a dizimar as nações dos ameríndios em solo brasileiro. Apesar da pouca compreensão dos ameríndios encarnados, alguns pajés já vislumbravam a chegada de europeus que auxiliariam na preservação das tribos. As orações, desta cidade ainda em processo de construção, ecoaram na Terra e atingiram alguns segmentos religiosos da Igreja Católica, dando nascimento a Ordem dos Jesuítas em 1534. Em 1549 esses soldados de cristo chegam ao Brasil para iniciar suas atividades. Apesar de algumas insanidades, os jesuítas consolidaram grandes povoados com os ameríndios, indicando-lhes a integração numa dimensão cultura que para eles ainda era desconhecida. Logo chegaram os povos africanos para o difícil resgate cármico pelo caminho da escravidão. Esses irmãos oriundos da África também receberam atenção especial dessa cidade. Durante essa faze de dor e sofrimento, muita oração foi realizada pelos irmãos de Nosso Lar, para que os irmãos encarnados suportassem o penoso martírio da escravidão.
No suave deslizar da nave, perguntei se o centro da cidade era longe e se poderia conhecê-la. Bartolomeu ponderou com Anastácio:
-Irmão Anastácio, deixe a região hospitalar e vamos ao centro. Vamos mostrar ao nosso irmão Charles a união desta cidade com Deus.
De imediato a nave se deslocou em altíssima velocidade. Não seu o quanto que ficou para trás. Entretanto, quando a nave parou, vi à frente uma grandiosa arquitetura que parecia um misto de prédio e de catedral, muito iluminado em toda a sua volta. De sua parte superior saiam fachos de luz em direção ao alto.
Bartolomeu agradeceu ao Anastácio e passou a me explicar.
-Estamos no centro da cidade. Aqui temos o prédio de onde partem todas as deliberações com relação à cidade, aos seus moradores e aos trabalhos de reencarne e de resgate. Essa luz de seu topo corresponde às bênçãos derramadas pelo Altíssimo.
A minha visão de sol como uma referência para entender o plano físico da cidade ficou mais destacada. Aquela praça central dava a noção de ser como o circulo solar e as avenidas os seus raios. O prédio central, semelhante a uma catedral, parecia estabelecer um eixo luminoso com o Céu.
Um pouco mais abaixo de onde estávamos parados, pude ver outra nave, toda metálica, com o tamanho aproximado de um ônibus sanfonado. Ela se suspendeu no ar e tomar uma direção contrária a utilizada pela nossa chegada. Duas pessoas, lá embaixo, bem na frente de uma entrada desse prédio, nos viram e estenderam o braço como se estivessem nos cumprimentando. Retribuí o aceno, enquanto Bartolomeu comentou sobre o fato.
-Aqueles irmãos sabem da nossa presença, o que viemos fazer aqui e quem somos. São orientadores do mais alto padrão vibracional e estão ali para presenciar sua visita. Foram eles que autorizaram sua chegada.
Perguntem sobre quem seriam eles.
-Não é prudente lhe indicar nomes ou referências mais apuradas sobre aqueles irmãos. Com o tempo as oportunidades poderão acontecer e você terá condições para compreender melhor a situação e sua relevância. Por enquanto, sabemos que teus sentidos, Charles, estão mais direcionados para a curiosidade. E essa situação não contribuiria para os trabalhos de nossos irmãos. Mas conforme seu desprendimento for acontecendo e sua dedicação em escrever sobre suas vivências espirituais forem ganhando forma, estes e muitos outros irmãos da espiritualidade maior que já lhe observam de outras cidades, organizarão encontros onde poderás conhecer nossos irmãos maiores e receber informações preciosas para o esclarecimento de nossos irmãos encarnados.
Diante da movimentação de outras entidades ao longo da enorme praça que circundava aquela catedral, perguntei para Bartolomeu se a cidade não descansava à noite. Ele disse que sim, mas não como na Terra.
-A espiritualidade tem diferenças acentuadas com relação à zona densa da matéria corporificada, onde se processam as atividades dos encarnados. O cansaço físico, resultado da jornada de trabalho na Terra, exige um repouso mínimo para serem repostas as energias e restabelecida a condição física. Na espiritualidade o repouso não necessita de tanto tempo. Mas os irmãos aproveitam essas horas para desenvolverem seus estudos e aprimoramentos. Na espiritualidade também se estuda muito e se busca a evolução.
-Bartolomeu, é possível descer para conhecer a praça e este prédio?
-Charles, no momento tem outro compromisso nos aguardando e necessitamos seguir. Para sua melhor compreensão do plano espiritual, recebemos permissão para conhecermos o plano espiritual em zona imediatamente superior ao da cidade Nosso Lar. Esta nave tem a tecnologia necessária para nos transportar em diversas zonas espirituais. Logicamente que ela também tem suas limitações, como é o caso de adentrarmos nas regiões espirituais mais elevadas, cuja nossa tecnologia ainda não atingiu tal condição. De qualquer sorte, os potenciais espirituais a que estamos sendo levados pela permissão de Deus, que você verá e escreverá, correspondem aos próprios conhecimentos a que os encarnados estão condicionados a receber. Os teus relatos sobre estas e outras cidades, apontarão a magnitude dos mundos que se interpenetram e estimularão pensamentos e estudos que se dedicarão em conhecer esses universos que se encontram em linhas de tempo, frequência e densidade material diferente.
Imediatamente Bartolomeu solicitou para Anastácio se estávamos no tempo para subirmos até a cidade Luz Divina. Diante da afirmativa, Bartolomeu dirigiu a palavra para mim.
-Preste atenção no que vai acontecer agora.
Reparei que a nave parecia ter se tornando translúcida. Onde era vidro, parecia não ter mais nada. Já no restante da nave, tudo parecia ter ficado como uma vibração de ar quente, semelhante ao que vemos, à distância, no reflexo do asfalto quente. Dessa mesma forma estávamos nós.
Levei a mão até o vidro. Quando o toquei, Bartolomeu explicou a situação.
-A nave assumiu uma condição de termoeletricidade que nos conduziu para outra dimensão do espaço-tempo, numa condição material mais sutil. Para a população da cidade Nosso Lar, ficamos invisíveis; ou desaparecemos. Somente os irmãos mais evoluídos, com a vidência desenvolvida, podem nos ver. A situação é semelhante à mediunidade dos videntes encarnados. Agora repare o nosso novo destino. Irmão Anastácio, pode subir.
Observei a cidade Nosso Lar ficar cada vez mais longe, lá em baixo. De repente, também abaixo, mas a distâncias diferentes, vi ao longe, diversas outras formações de cidades semelhantes ao Nosso Lar. Elas estavam em todas as direções. Não consegui contar, mas eram mais de vinte, com certeza.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Referência na Terra para a Cidade Espiritual “Nosso Lar” – O Caminho de Luz – Parte II

Estacionados ainda diante daquela grande montanha, Bartolomeu solicitou ao nosso piloto, Anastácio, que se aproximasse um pouco mais da praia, para observarmos o local de cerimônia religiosa dos pajés Tamoios.
Ficamos estacionados no ar, a aproximadamente vinte metros da pequena praia. Reparei de perto as características que se desenhavam na montanha. Pude ver com maior riqueza de detalhes, ainda em meio a escuridão da noite, que bem ao centro dela, havia uma trilha em meio a vegetação, desenhando uma estrada para o céu. Nesse instante, Bartolomeu solicitou ao nosso piloto que emitisse o raio de localização.
De baixo da nave, então, saiu um raio de luz como o farol de um carro, com a luz em tom de azul bem claro. Essa luz foi direcionada desde a água do mar até a pequena praia, desfazendo a escuridão. Quando foi iluminada determinada localização da praia, pude ver focos de luz igual a material fosforescente. Ali na areia, diversos focos dessa luz eram destacados pelo facho de luz da nave, como se a refletissem.
Bartolomeu explicou aquela fosforescência como resultante do magnetismo da fé dos Tamoios.
-Veja como a fé dos Tamoios deixou seu registro. Ali estão diversos despojos dos nativos, magnetizados em longas cerimônias religiosas. Nós vamos seguir a trilha desse magnetismo com o auxílio de nosso localizador. Você verá, dessa forma, todo o caminho que os pajés construíram até a região onde foi erguida a cidade Nosso Lar. Na tradição religiosa desses irmãos, quando desencarnava um Tamoio, a tribo presenteava o falecido com armas e objetos úteis para auxiliá-lo no caminho até o mundo espiritual, numa terra sem mal e onde estavam seus ancestrais. Essa seria uma jornada de perigo, de acordo com eles. Por isso, cabia ao desencarnado ter confiança em si próprio e coragem para enfrentar a jornada. Os pajés orientavam incansavelmente sobre a ligação mental que o desencarnado deveria fazer com os ancestrais, para auxiliar na jornada. Dessa forma, ao Tamoio, quando do desencarne, seu espírito não poderia ficar parado na sepultura, deveria mentalizar seus ancestrais e entrar na mata com a certeza de buscar o caminho para o Guajupiá, onde encontraria a aldeia espiritual na qual estavam vivendo seus ancestrais. O magnetismo dos ancestrais desencarnados, que oravam do plano espiritual pelo irmão que desencarnara, somado ao magnetismo da cerimônia de dança e canto, executado pela tribo e pelos pajés encarnados, ladrilhou uma trilha, da mata ao céu, que indicava ao espírito o caminho para a aldeia localizada na espiritualidade. Nós vamos seguir, agora, essa trilha magnetizada pelos Tamoios.
Nesse instante, a luz da nave passou a focar um rastro de amarelo fosforescente, de aproximadamente um metro de largura, muito semelhante a um corredor de cacos de vidro jogados ao chão. Na medida em que o foco ia acompanhando aquela trilha no meio da mata, subindo a montanha, a nave também começou a subir. A trilha tinha sua continuidade além do topo da montanha. Ela continuava numa montanha no plano espiritual. É como se aquela montanha da Terra se estendesse muito além do seu tamanho material.
Aquele magnetismo, destacado pelo facho de luz da nave, serpenteava toda a subida daquela montanha do mundo espiritual. Ao longo dela, pude notar que existiam diversas outras que a cruzavam. Porém, só o começo dessas outras trilhas era fosforescente, sua continuidade logo se perdia na escuridão.
Subimos muito. A praia se perdeu de vista. E entre a visão de uma montanha espiritual, também se via agora, lá embaixo, o continente e o mar. Logo percebi aquela fosforescência assumindo forma mais estendida no terreno, de forma que a trilha ia ganhando maior largura, já destacando que estávamos nos aproximando do topo da montanha espiritual.
Num determinado ponto, a montanha passou a diminuir sua verticalidade. Nisso a nave passou a andar para frente, como se estivéssemos subindo um morro de pequena elevação. A trilha não estava mais à nossa frente. Agora ela estava abaixo da nave. Andamos pouca distância nesse sentido e a nave reduziu sua velocidade. Foi quando vi a uns trezentos metros à frente, uma enorme muralha. Nesse ponto a nave parou. E dali, o facho de luz da nave percorria todo o terreno. Era possível ver por toda parte o brilho fosforescente. Também ali em cima a noite era mais iluminada. As estrelas tinham um brilho mais intenso e dava a impressão de estar olhando para um campo em noite de lua cheia.
Bartolomeu explicou, então, onde estávamos.
-O que você vê à frente, é a Cidade Nosso Lar. Seu muro parece hermeticamente fechado, sem porta de acesso. Mas ela está localizada naquele arco central que se destaca no muro. Como estamos na nave, nossa entrada será sem problemas, por sobre o muro. Paramos aqui para que o Anastácio estabeleça a conexão de frequência para ingressarmos na cidade.
Depois de um ou dois segundos, Anastácio disse ter recebido o itinerário aéreo a ser percorrido. Bartolomeu agradeceu a Deus e ao Anastácio pela oportunidade de me conduzir numa cidade que vibra amor.
-Obrigado nosso Pai amado pela oportunidade concedida. Obrigado a você Anastácio, por nos conduzir nesse plano de vibrações amorosas. Pai querido, encha de luz e amor o nosso irmão Anastácio.
É incrível o que uma oração, parecendo tão simples, pode fazer. No momento que Bartolomeu pediu luz e amor, pelo vidro da nave parecia entrar um vapor de luminosidade azul celeste com diversos fiapos dourados, como se fossem fios de mercúrio escorrendo pelo ar. Suavemente essas linhas douradas iam se desfazendo ao tocar em nós, como se estivesse sendo absorvida.
Anastácio agradeceu o carinho. Disse que era apenas um humilde e dedicado trabalhador, um pequenino servo de Deus.
Tive uma sensação de grande leveza. Meu pensamento ficou calmo com relação a toda curiosidade e ansiedade em conhecer a cidade Nosso Lar.

domingo, 7 de novembro de 2010

Referência na Terra para a Cidade Espiritual “Nosso Lar” – Parte I

 Em desdobramento consciente, Bartolomeu me conduziu até uma nave. Semelhante a um helicóptero, pois tinha sua frente toda de vidro, o que possibilitava ampla visão, fiquei sentado bem a frente. Assim, pode vislumbrar como numa rápida vertigem, meu deslocamento de Porto Alegre até o Rio de Janeiro, cruzando pelo oceano. Sentado ao meu lado esquerdo, Bartolomeu disse que me mostraria um ponto de referência na Terra para ser localizada a cidade espiritual Nosso Lar.
Foi quando a nave parou bem em frente a uma montanha localizada na Ilha Grande no Rio de Janeiro. A montanha era coberta de vegetação e formava em toda sua extensão, de sua base até o topo, uma sinuosa cavidade em formato de meia lua em sua superfície. Na base dessa montanha há uma praia muito estreita, formando uma diminuta baia. E ao que tudo indica, ela não é frequentada. A nave ficou estacionada a uns trinta metros de altura sobre o mar e a uns 100 metros da praia, que formava uma pequena baia.
-Charles, olhe para essa montanha. Repare que seu formato representa uma estrada. É impressionante como Deus esculpe a natureza, dando mostras da sua grandiosidade. Nesta praia há um antigo cemitério dos índios Tamoios. Durante muitos anos, antes da chegada dos europeus, essa região servia para os nativos louvarem seus antepassados e estabelecerem sua conexão com a espiritualidade. Esses irmãos transformaram esse local em um foco de luz. Durante as cerimônias religiosas, seus antepassados desciam pela encosta dessa montanha para participar dos rituais sagrados. Com sua firmeza na fé proferida, construíram uma trilha de luz que leva até região celeste onde foi erguida a cidade Nosso Lar. Todos os irmãos nossos, recém-chegados na cidade Nosso Lar e que inadvertidamente abandonam a cidade para regressar à Terra, por não conhecerem o caminho, se perdem nas trilhas erigidas pelos ancestrais dos Tamoios. Isso foi providencial. Os Tamoios sabiam que espíritos maliciosos e mal intencionados, que na Terra assumiram a condição de inimigos, poderiam se achegar nas cerimônias sagradas de seus irmãos encarnados. O fato é que a trilha é uma obra prima da espiritualidade dos Tamoios, fabulosamente construída como um labirinto que, com exceção de apenas uma via, todas as outras, que chegam próximo de cem, sempre conduzem ao Umbral. Se alguma entidade malévola, que ao ouvir o canto religioso dos pajés, desejasse se intrometer nos rituais sagrados, entraria em trilhas que a conduziriam novamente ao Umbral. Esta praia e esta montanha servem como referência na Terra para subir e se chegar à cidade Nosso Lar.
Diante da beleza do local e do significado religioso, não me contive em querem mais detalhes do local.
-Bartolomeu, esse cemitério já foi descoberto? Há registro dele pelos pesquisadores?
-Essa região ainda é desconhecida dos pesquisadores e os despojos dos Tamoios continuam preservados pela natureza. O magnetismo de amor e respeito erigido pelos nativos encarnados, juntamente com o esforço de amor e proteção de seus familiares desencarnados, preservou essa região da ação do homem e também evitou a presença de irmãos sofredores, mantendo esta praia com sendo um santuário.