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segunda-feira, 24 de julho de 2017

Desencarne em acidente

Desencarne em acidente
O acidente foi rápido. Nada senti. Foi como um sopro.
Quando vi a situação, nada entendi. Percebi pessoas na minha volta. Falei com algumas. Algumas nem me perceberam, enquanto que outras, bem arrumadas me chamaram para um canto.
Foi interessante o diálogo com aquelas pessoas bem trajadas.
Pensei que continuava viva (se é que me entende; viva no corpo) mas a situação foi se revelando rápido.
Quando notei o ambiente se encher de outras pessoas na volta do carro, foi que pensei em como havia saído dele.
Então, um daqueles que conversava comigo pediu para eu me acalmar, me deu um copo com água e fiquei mais tranquila.
Hoje estou aqui para ajudar. Sendo uma tarefeira para a caridade do Cristo.
Servindo de instrumento também; como bem disse na abertura.
Continuamos contigo e com todos.
Dizem para escrever o seguinte:
- Siga com fé. Não temas os desafios. Tudo se encaminha para o bem e o progresso.
Era isso por hoje.
Fiquem na Paz do Senhor.

Sobrinha

Psicografado em 10 de junho de 2017.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Você vive!


Caríssimos Irmãos em Cristo!
O Amor do Pai está em toda a parte.
Hoje a Espiritualidade trabalha pela benfeitoria dos que deixaram as amarras terrenas.
Almas necessitadas da mais alta atenção e também da mais sublime caridade de Amor e de Fraternidade Divina.
Foram momentos difíceis os primeiros instantes.
Mas tudo ocorreu com a mais importante atenção e dedicação do Alto.
Não ficou sequer um desassistido. Anjos por toda a parte!
Focos de Luz rompiam os clamores de socorro e atendiam prontamente aos necessitados.
As Luzes do Alto faziam uma chuva púrpura prateada acalmar as Almas que, acolhidas, buscavam compreender o ocorrido.
Deus estava presente, como sempre está.
Fica na Terra a dor da saudade; da perda prematura; do desenlace primário e imediato, sem a chance da despedida.
As vozes dos que partiram não são diferente dos que ora ficaram: “- Por que?”
A Providência Divina sabe o que faz. E dentro do tempo adequado, respeitando o tempo de cada um dos Irmãos e Irmãs, o esclarecimento preciso será ministrado.
Os corações entenderão e a Razão dos fatos dará a oportuna compreensão dos atos marcados na hora do desencarne.
-Fiquem com Paz no Coração!
Nesse momento de angústia, até parece retórica de quem está de fora. Mas não!
Fomos trabalhadores da hora. Acolhemos nossos Irmãos e Irmãs nos braços do Amor e consolamos.
Outros ainda carecem de cuidados médicos. E a Misericórdia Divina atende a todas as Almas. Acreditem!
Deus Ama a todas as suas criaturas! Sabe da dor! Exercício de louvor ao Amor de cada Irmão e Irmã!
Do querido trabalhador Luiz Cláudio, um dos socorristas.
Fiquem com Deus!
Psicografado em 28 de janeiro de 2013.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Chico Vive


Chico Xavier vive hoje na Espiritualidade Superior. O Irmão, após cumprir missão na Terra, se dedica em atender aos necessitados da espiritualidade, tal como fazia na Terra. Continua sendo um servo de Deus e um apóstolo do Cristo.
Sua missão agora é conjugar esforços no sentido de comandar atividades em todos os quadrantes do globo planetário. Seus auxiliares, trabalhadores espirituais do bem, acodem aos mais necessitados e buscam os mais desesperados nos abismos do sofrimento.
Chico Xavier, entretanto, continua o humilde que revelou ser na sua última encarnação na Terra. Se encarnará novamente na Terra? Isso não podemos precisar no momento. Sua dedicação em amar o próximo é tanta que não nos surpreenderia se assumir nova roupagem entre os encarnados terrenos. Sabe bem que seriam momentos de ajustamento tão doloridos quanto foram o anterior. Mesmo a sociedade estando mais aberta e aceitando melhor as questões referentes ao Espíritos e suas formas de comunicabilidade com os encarnados.
Certa noite, uma das almas ainda encarnadas, de um conhecido do Chico, recebeu a permissão de lhe visitar. A Alma, ao ser conduzida até Chico, ficou impressionada com a condição de subir. Percebeu ela o quanto foi alto e o quanto está distante da materialidade terrena. Mas ela foi recompensada em ter uma ligeira conversa com o Irmão. A alegria da Alma foi tamanha, que num sopro, ao terminar a conversa, ela voltou ao corpo e despertou com imensa alegria. Mas não sem duvidar de se o encontro teria mesmo acontecido.
Chico organizou diversas equipes socorristas que percorrem os vales das diversas dimensões e a crosta terrestre. Organizou momentos de oração aos desencarnados e também aos encarnados. E o mais impressionante é que nas equipes de auxílio e de socorro não para de aumentar o número de espíritos que se integram em suas fileiras. A rede de trabalhadores da Espiritualidade cresce dia após dia, dando a certeza de que muitos desses trabalhadores encarnarão na Terra para dar continuidade aos trabalhos do Chico.
Irmão Aníbal
Mensagem recebida em 03 de julho de 2012.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Socorro Espiritual


A função de toda a Casa Espírita que se dedica ao bem, em fazer o bem, é ter como missão principal a ajuda através do Evangelho; sua missão é em prestar o Socorro Espiritual. Assim, sua principal providência está em formar um conjunto de trabalhadores dedicados e espiritualizados minimamente nas palavras do Mestre Jesus. Esses também devem conhecer os fundamentos do Espiritismo: mas não necessariamente em sua ciência, mas primordialmente em sua religião para que possam estabelecer a formosa ligação com nosso Pai Amado.
A finalidade da Casa é concretizar o caminho de luz para todos aqueles que se socorrem em tal universo Espiritual. A Casa Espírita transforma a fundamentação filosófica do Irmão que pede socorro, encaminhando-o a Deus e a Jesus Cristo.
O Socorro Espiritual se faz ao decantar no coração sofrido um facho de luz que o conduz para um esclarecimento sobre sua condição e sobre suas necessidades evolutivas. O Socorro Espiritual é um emaranhado de esforços a envolver encarnados e desencarnados; a envolver trabalhadores encarnados que como frutos de uma figueira, farão a partitura necessária para o timbre das Equipes Espirituais que prontamente se deslocarão em amparo e atenção socorrista.
A medicina evangélica poderá ser o primeiro e principal lenitivo divino a transformar o coração que busca consolo, que busca luz, que busca esclarecimento de seus sofrimentos e de suas angustias; que lhe parecem ainda pesados problemas terrenos amarrados em sua Alma.
O Socorro Espiritual da Casa Espírita será como a chave a abrir os cadeados que juntam as correntes aos problemas da Alma.
Convém a preparação consciente dos trabalhadores terrenos quando se encaminham para as atividades santificantes da Casa Espírita: estar de Alma leve, com o coração radioso e repleto de palavras do Evangelho. Assim o trabalhador estará comprometido e completo para servir como partitura das atividades no Socorro Espiritual aos necessitados e desamparados que adentrarem no ambiente Espiritual.
A evangelização inicia, assim, com os trabalhos encarnados, na Casa Espírita. Mas sua continuidade e seu prolongamento se darão com os trabalhos das Equipes Espirituais socorristas, que conduzirão o Espírito necessitado para as branduras de Amor, Paz e Fraternidade em alguma Colônia ou Cidade da Espiritualidade que acolherá a entidade encaminhada num ambiente de prosperidade na evangelização.
Que Deus ilumine a todos, hoje e sempre!
Irmão Aníbal
Psicografado em 15 de dezembro de 2011.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Dia de Oração

O dia consagrado aos mortos, ou seja, aqueles que já se encontram no Plano Espiritual, pois o que morre é somente a carne em seu processo de renovação, é oportuno para se reverenciar a Deus pelo seu desprendimento paterno ao permitir a chegada de grandes caravanas de Espíritos. Todos eles chegam para visitar seus entes queridos que ainda estão sofrendo e labutando nos afazeres terrenos, no aprendizado costumeiro.
Também ocorrem resgates nesse dia. O mesmo não se dá como em outros trabalhos de incursão das Equipes Socorristas. No dia consagrado à oração aos que já partiram, costuma abrir extensas faixas de luz em vibração, possibilitando para aqueles Espíritos que ainda vagam entre os encarnados, enxergar muitos dos seus conhecidos que o precederam no desencarne.
São encontros onde o Espírito se surpreende quando as duplas ou mais de conhecidos o encontram entre os encarnados. Esse, diante de ligeira perturbação, é acolhido e resgatado como aquele que apenas deixou de pegar o ônibus da excursão. Muitos não deixam de externar suas emoções e as lágrimas possibilitam a santificação de momento sublime.
O abraço afetuoso entre Irmãos traduz o amor de Deus aos que são resgatados nesse dia santificado.
Aos encarnados, a saudade daqueles que já partiram para a Espiritualidade se reporta aos momentos de lembranças agradáveis onde a tristeza pela separação representa, muitas vezes, o amor que se eterniza diante do sublime tempo que por alguns instantes se esvanece diante da oração e recordação.
Muitos Espíritos acompanham de perto, bem próximos, quase que abraçados ao encarnado que eleva o pensamento em oração, traduzindo em vibrações otimistas o encontro afetuoso de Almas que se querem bem. Orações coletivas criam campos vibratórios que afastam qualquer sentimento de malefício aos Espíritos.
A iluminação fluídica dos cemitérios se refaz e transforma o ar numa excelente atmosfera onde flores materiais se misturam com Flores Espirituais trazidas pelos diversos Espíritos. As cores mais lindas são formadas nas galerias e sobre os túmulos, transformando o ambiente num belo jardim, num campo de flores paradisíacas.
Alguns encarnados conseguem perceber, em breves imagens fugidias, o brilho que se faz diante dos raios do Sol. São momentos assim que nos fazem, a todos nós, agradecer ao Pai Celestial a dádiva de termos o Amor no coração e termo, também, entes queridos que vibram seus pensamentos em rogativas de Fraternidade.
Os encarnados orando, são como anjos para Espíritos que ainda buscam se desfazer das amarras terrenas. No transcurso da vida, as orações estabelecem ensejos maravilhosos, propiciando o resgate e também o desfazimento de perturbações quanto à situação em que se encontra o desencarnado vivendo entre encarnados.
Bem dito é o nosso Pai amado ao enviar as caravanas de Espíritos Superiores, precursores dos estimulantes propósitos de oração ao próximo. Localizar corações ainda presos aos ditames da matéria, mesmo estando desencarnados e coabitando com os encarnados, é um dos princípios das Equipes de Resgates do Coração de Maria. Conduzir Irmãos nossos para hospitais ou para recantos onde poderão recobrar sua caminhada espiritual, constitui uma das principais tarefas do dia destinado a consagrar os que já partiram para a Espiritualidade.
Meus queridos Irmãos e Irmãs terrenos. Encarnados de todos os dias, a oração continua sendo o mais importante lenitivo de Amor e o elo que mais aproxima as Almas. Fazei orações sempre que desejarem. Façam oração, em suas mentes, pelos que vocês lembrarem, mesmo aos encarnados. Talvez a lembrança seja um chamamento de socorro ou apenas uma lembrança amorosa que merece ser coroada pela oração.
Irmão Aníbal
Psicografado em 02 de novembro de 2011.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Nosso Lar recebe os resgatados

Na madrugada de 12 de janeiro de 2011, o mentor Bartolomeu levou-me para um enorme pavilhão.
Logo na entrada, junto de uma grande porta que estava aberta, ele pediu para ficarmos em silêncio, observando.
-Charles, vamos ficar aqui; em silêncio. Essa é uma das equipes socorristas de Nosso Lar. Estão se preparando para iniciar as atividades.
No pavilhão de teto elevado e todo pintado de branco, estavam diversas entidades reunidas em oração. Todas elas estavam trajando uniformes em comum. Calça, camisa de manga longa e sapatos na cor branca e com um colete de tecido fino na cor azul celeste. O colete tinha uma cruz branca na parte da frente e na parte de traz. Algumas daquelas entidades também tinham uma cobertura, na cor branca, sobre a cabeça, dando a entender de que se tratava de enfermeiros e médicos. Todos eles estavam reunidos em três círculos, um dentro do outro, sendo que todos que compunham os círculos estavam de pé, com as mãos dadas e de cabeça baixa. Ali estavam umas duzentas entidades.
No meio do círculo menor haviam, empilhadas, diversas macas colocadas no chão, junto com diversas garrafas com água. Também havia lençóis e estruturas de canos metálicos empilhados.
Uma entidade puxava a oração e os demais seguiam em coro. Depois que terminou a oração ela passou a tecer orientações.
-Minhas Irmãs e meus Irmãos. Hoje teremos mais um importante momento de resgate aos nossos queridos na Terra. Todos já sabem o que devem fazer e a quem devem socorrer. Sob o amparo de nosso Pai, não pouparemos esforços para socorrer e acalmar nossos queridos que deixarão hoje a carne. Acolham amorosamente. Assim, todos nossos queridos poderão se sentir em segurança. Aos nossos socorristas que assumiram a missão de fazer companhia aos irmãos que ficarão soterrados até a chegada dos benfeitores encarnados, peço que aproximem suas mãos no coração desses queridos e estimulem que orem ao Pai. Orem junto com eles. Estabeleçam o conforto necessário até o momento em que esses queridos poderão ser resgatados pelos irmãos terrenos.
No exato momento que a entidade terminou de falar, ouviu-se um som que veio do alto do pavilhão, semelhante ao som de uma tuba. Do teto, uma chuva de purpurina prateada começou a cair sobre todos. Ela se dissolvia ao tocar nas entidades e ao chegar ao chão.
Nisso, a mesma entidade orientou sobre o momento chegado.
-Irmãs e Irmãos, os Anjos Celestiais de nosso Pai dão o sinal e nos abençoam. Nossos trabalhos devem começar. Temos um pouco mais de cinco minutos para nos dirigirmos às posições já designadas. Vamos em paz.
Imediatamente, com uma sincronia perfeita e com extrema organização, as entidades passaram a pegar macas e garrafas com água e sair do pavilhão, até nele ficar somente eu e Bartolomeu.
-Charles, hoje estamos aqui para assistir os trabalhos de resgate da Espiritualidade. Está para iniciar desencarnes em massa no Rio de Janeiro. E esse Centro de Resgate receberá muitos dos que deixarão a Terra nesta madrugada. Aqui, todos receberão os primeiros atendimentos necessários. Depois os resgatados serão levados para a Cidade Espiritual Nosso Lar.
-Porque não levam direto para Nosso Lar?
-Meu Irmão, quando o trabalho se refere às situações de resgate, é necessário um momento de atendimento e preparação. Nossos Irmãos e Irmãs merecem, primeiramente, o conforto imediato. Assim será diminuído o impacto da mudança em seus corações.
Ficamos ali na porta conversando por uns dez minutos. Foi quando vi alguns enfermeiros subindo a rua, em direção ao pavilhão. Traziam duas pessoas em macas. Outras três vinham caminhando, acompanhada de enfermeiras. As pessoas trazidas estavam molhadas e sujas de barro. Eles entraram no pavilhão. Ali os integrantes das equipes socorristas passaram a montar as estruturas metálicas e isolar com cortinas os recém-chegados. Bartolomeu percebeu minha curiosidade e explicou a situação.
-As equipes estão realizando o atendimento aos resgatados. São montadas as estruturas metálicas e colocadas as cortinas para que os socorristas limpem e troquem as roupas dos resgatados. Assim eles não sentirão constrangimentos diante dos demais irmãos que estão presente.
As estruturas eram montadas em fila, ao longo da extensão da parede.
Pude ver uma cortina ser aberta. A maca virou uma cama. Sentada nela estava um senhor já todo limpo e seco, vestindo uma roupa branca. Um dos enfermeiros se afastou, levando a roupa que estava suja e molhada. Outro enfermeiro conversava com aquele senhor, sendo que lhe dava um copo com água para ele beber.
A chegada de socorristas era intermitente. A cada cinco ou dez minutos entravam no pavilhão dois ou três recém-chegados. Chegavam pessoas de todas as idades. Algumas traziam animais domésticos; cães e gatos. Nesses casos, logo na entrada, os enfermeiros recolhiam esses animais e levavam para outra parte externa do pavilhão. Num dos casos envolvendo uma criança que chegou caminhando e que tinha um cachorrinho nos braços, um dos enfermeiros pediu para lhe dar o cãozinho. Ele disse para a criança que o mesmo seria tratado na ala dos animais e que depois ela poderia buscar o cãozinho.
Nós ficamos ali, observando as atividades, por aproximadamente duas horas. Depois desse tempo Bartolomeu disse para descermos.
-Charles, vamos descer. É importante que conheças um pouco sobre as atividades de resgate e amparo realizadas em campo.
Saímos do pavilhão e andamos por uma rua pavimentada e iluminada que tinha uma extensão de cinquenta metros. Ela era em descida. O trecho em diante já era no escuro. Porém, a escuridão não era intensa. Logo passei a ouvir o barulho de cachoeira e de chuva. Também passei a sentir o cheiro bem característico da chuva.
Descemos por estreitas trilhas montadas em mata, como se ali fossem picadas recentemente abertas. Apesar de estarmos andando pela chuva e em meio a tudo molhado. Notei que eu e Bartolomeu não ficávamos molhados.
Logo vi, por sobre os escombros de casas, sobre amontoados de lama, diversas equipes socorristas realizando o trabalho de resgate. Apesar da escuridão, as roupas das equipes socorristas eram fosforescentes. O brilho da roupa montava um cenário onde os socorristas pareciam estrelas movendo-se na escuridão. O brilho facilitava a visualização pelos resgatados.
Ficamos caminhando e observando toda a atividade de resgate. Depois de algum tempo, chegamos próximos aos escombros de uma casa. Um socorrista estava ali dentro. Era possível ver por entre frestas o brilho da roupa do socorrista.
Paramos bem em frente aos escombros e Bartolomeu comentou sobre aquela situação.
-Veja Charles. Ali, em meio ao cenário de destruição, estão dois irmãos encarnados, presos sob a própria casa. Um Irmão socorrista está junto deles, amparando-os. Repare que, apesar de já estar amanhecendo, a luminosidade emitida pela roupa do socorrista é tão intensa que se torna inconfundível com a luz do Sol. Esses dois Irmãos presos deverão ser resgatados pelos próprios moradores do local.
Depois de ficarmos uns dez minutos diante daqueles escombros, na expectativa de ver os encarnados resgatarem os dois que estavam presos, Bartolomeu solicitou para que eu retornasse ao corpo, pois o despertador já estava prestes a tocar. De fato, cheguei dois minutos antes de tocar o despertador. Eram 5h58min.