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quinta-feira, 10 de abril de 2014

Futuro

Queridos!

Como é comovente a comunicação que pode ser estabelecida entre os planos: Espiritual e material; entre encarnados e desencarnados.
As possibilidades de informar e orientar são infinitas e podem deslocar amplos conhecimentos da ciência terrena quanto aos caminhos que tais comunicações ocorrem.
É fato que a ciência em seu progresso, chegará a dominar esses conhecimentos e estabelecerá as dinâmicas para novos instrumentos de comunicação, mas a tecnologia terena ainda está longe de conhecer tais qualidades.
Aos espíritas que estão estudando diuturnamente as palavras grafadas na obra de Allan Kardec, essa caminhada científica já iniciou. Desses espíritas de hoje, caberá a missão em encarnações futuras de trazer para a Terra os conhecimentos necessários para constituir os novos equipamentos de comunicação.
Vale dizer: as ondas darão lugar à luz. E a frequência dará lugar para os pulsos.
O entendimento das energias e suas fontes ganharão um componente ainda maior, e o entendimento sobre a origem da vida caracterizará o início dessa nova oportunidade de conhecimentos alavancados pela ciência.
Fiquem com Deus!
Irmão Aníbal
Psicografado em 31 de março de 2014.

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Ainda há tempo

Sempre tenho o desejo de conversar sobre as infinitas oportunidades concedidas por Deus aos seus filhos, onde me incluo, para progredirmos em direção da Espiritualidade Superior.
Tal assertiva e desejo preenche uma enormidade de lacunas provocadoras de dúvidas e desconfianças.
Nunca tive a oportunidade de conversar prontamente sobre os conhecimentos considerados necessários; sempre tive que construir numa escala de tempo essa oportunidade e para as pessoas que considerava necessário.
Assim é com tudo na vida. As oportunidades são uma construção constante que cada um deve empreender. Buscar as condições mais adequadas e estabelecer relações que possam contribuir para aquilo que se deseja estabelecer.
As compreensões que se fazem sobre essas oportunidades construídas por cada um ainda é controverso entre os encarnados. Ocorre que muitos acreditam que outros devem construir essas oportunidades, sem darem-se conta que a cada um depende o próprio futuro e a própria caminhada terrena. Atribuir culpa aos outros pelos insucessos e fracassos é o mais prático e constitui na armadilha mais difundida.
Ah! Quanta confusão poderia ser solucionada com um simples posicionamento; o de construir, pessoalmente, as próprias oportunidades, livres de constrangimentos alheios.
Ao se estruturas as oportunidades presentes, pode-se vitalizar a caminhada pessoal em direção ao futuro e ser um construtor do próprio tempo.
Oportunidades são construções pessoais e motivacionais para todos os demais que se achegaram com pensamentos similares, fortalecendo as bases e consolidando um futuro com uma coletividade de empreendedores.
Ficar ao relento, aguardando que outros façam por nós é viver em estado de catalepsia. Construa as oportunidades, estruture as caminhadas e seja um construtor do futuro. É lá onde nos encontraremos e onde está o empreendimento pronto. Mas para chegar lá e ver o empreendimento pronto, tem que começar agora, construindo as oportunidades.
Até lá,
Irmão Aníbal.

Psicografado em 27 de janeiro de 2014.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Chico Xavier foi o sucessor de Allan Kardec


Análise de algumas mensagens presentes em OBRAS PÓSTUMAS de Allan Kardec.


Foram muitos os missionários que mantiveram a chama viva do Espiritismo desde a partida de Allan Kardec para a Espiritualidade em 31 de março de 1869. Todos são dignos de nota e de respeitosa admiração. Todos os missionários e missionárias que reverberaram os conhecimentos de Kardec e mesmo aqueles que nos dias atuais levantam a bandeira da Doutrina Espírita são dignitários das mais elevadas orações de apreço e graça divina.
Quando Allan Kardec concentrou seus esforços para conceber a Doutrina Espírita, foi-lhe dito que sua missão seria concluída somente em próxima encarnação.
Em Obras Póstumas, a missão de Kardec é apresentada em comunicação datada de 30 de abril de 1856, com o título “Primeira Revelação de Minha Missão”, e quando o Espírito comunicante deixa entrever que Kardec já colocara os primeiros alicerces, mas só depois de fatos sociais de renovação é que a missão de Kardec teria seu desfecho.
Para o momento em que a mensagem foi recebida e diante da visão temporal do encarnado, embargada pela limitação da matéria que lhe circunscreve, desconheciam o alcance da projeção futura descrita pela visão dilatada do Espírito que pode prospectar, com certa precisão, os acontecimentos futuros.
Na mesma Obras Póstumas, a segunda mensagem sobre a missão de Kardec é escrita em 07 de maio de 1856 e tem como título “Minha Missão”. Nela, outro Espírito confirma a primeira mensagem referente ao trabalho missionário de Kardec e fornece maiores detalhes. A entidade comunicante deixa clara a predisposição missionária de Allan Kardec, destacando-lhe o desejo de foro íntimo, e lhe descreve sobre os cenários futuros, incompreensíveis para o momento, pois o Espírito descrevia acontecimentos numa faixa de tempo que compreendiam além dos oitenta, cem e cento e cinquenta anos à frente, abrangendo desde os acontecimentos da 2ª Guerra Mundial, bem como o surgimento de uma nova era. Para a contemporaneidade, e diante dos ensinamentos da Espiritualidade, essa nova era é contemplada pela Terra já ter iniciado seu período de planeta regenerativo.
Sobre a Missão, nova mensagem é ditada para Kardec no dia 12 de junho de 1856. Nessa oportunidade as perguntas foram respondidas pelo Espírito Verdade. Mais uma vez é confirmado o trabalho missionário de Kardec, que deve estar assentado na discrição, na perseverança e na dedicação ao bem e ao bom emprego das palavras e postura diante das agruras, ataques e isolamentos. O Espírito Verdade lhe destaca que além da inteligência é necessário agradar a Deus, sendo humilde, modesto e desinteressado. Além disso, para lidar com os homens “são indispensáveis coragem, perseverança e inabalável firmeza”, bem como é necessário ser prudente e possuir o tato adequado para conduzir os atos e a fala de modo conveniente. A missão, assim, está subordinada às condições pessoais do missionário que se fundamentam no devotamento, abnegação e disposição total ao sacrifício.
Com data de 17 de janeiro de 1857, Obras Póstumas apresenta mensagem com o título “Primeira Notícia de uma Nova Encarnação”. Nessa, Kardec é melhor orientado sobre a conclusão de sua missão no futuro, em nova encarnação. A referida mensagem confirma as anteriores aqui citadas e destaca as novas dificuldades que Kardec enfrentará na futura encarnação:


[...]Mas, ah! a verdade não será conhecida de todos, nem crida, senão daqui a muito tempo! Nessa existência não verás mais do que a aurora do êxito da tua obra. Terás que voltar, reencarnado noutro corpo, para completar o que houveres começado e, então, dada te será a satisfação de ver em plena frutificação a semente que houveres espalhado pela Terra.
Surgirão invejosos e ciosos que procurarão infamar-te e fazer-te oposição: não desanimes; não te preocupes com o que digam ou façam contra ti; prossegue em tua obra; trabalha sempre pelo progresso da Humanidade, que serás amparado pelos bons Espíritos, enquanto perseverares no bom caminho.


Em alguns momentos do ano de 1859, Kardec efetuou no silêncio de seu escritório diversos cálculos para mensurar o tempo necessário para os trabalhos de consolidação da Doutrina Espírita. Em mensagem de 24 de janeiro de 1860, sob o título “Duração dos Meus Trabalhos”, Kardec comenta sobre cálculos que fizera sobre a duração dos trabalhos de concepção da Doutrina Espírita. Acreditava que teria ainda dez anos de trabalho para concluir os fundamentos da Doutrina. Na referida mensagem, após comentar sobre o recebimento de informação de outro Espírito sobre sua projeção, Kardec recebe do Espírito Verdade a confirmação sobre o período aproximado de dez anos para concluir parte da sua missão. A precisão foi absoluta, pois Kardec desencarnou em 31 de março de 1869.
O ano de 1860 foi de recomeço para a Doutrina Espírita. Nomes hoje colocados como autoridades que ladearam Kardec para fundamentar o Espiritismo e que constam enxertados em diversos textos, divergiam dos encaminhamentos assumidos por Allan Kardec e pelos Espíritos da codificação. Como efeito, Kardec rompeu com esses nomes e reestruturou a Sociedade. No dia 12 de abril de 1860, uma comunicação destaca positivamente a ação de Kardec diante das pretensões equivocadas dessas “autoridades”:


12 de abril de 1860
(Em casa do Sr. Dehau; médium: Sr. Crozet)
(Comunicação espontânea obtida na minha ausência)
MINHA MISSÃO
Pela sua firmeza e perseverança, o vosso Presidente desmanchou os projetos dos que procuravam destruir-lhe o crédito e arruinar a Sociedade, na esperança de desfecharem na Doutrina um golpe fatal. Honra lhe seja! Fique ele certo de que estamos a seu lado e que os Espíritos de sabedoria se sentirão felizes por poderem assisti-lo em sua missão.
Quantos desejariam desempenhar a sombra dessa missão, para receberem a sombra dos benefícios que decorrem dela!
Ela, porém, é perigosa e, para cumpri-la, são necessárias uma fé e uma vontade inabaláveis, assim como abnegação e coragem para afrontar as injúrias, os sarcasmos, as decepções e não se alterar com a lama que a inveja e a calúnia atirem. Nessa posição, o menos que pode acontecer a quem a ocupa é ser tratado de louco e de charlatão. Deixai que falem, deixai que pensem livremente: tudo, exceto a felicidade eterna, dura pouco. Tudo vos será levado em conta e ficai sabendo que, para ser-se feliz, é preciso que se haja contribuído para a felicidade dos pobres seres de que Deus povoou a vossa terra. Permaneça, pois, tranquila e serena a vossa consciência: é o precursor da felicidade celeste.


Em mensagem de 10 de junho de 1860, sob o título “Minha Volta”, o Espírito Verdade recorda Kardec sobre a continuidade da missão em outra encarnação futuro. Fato é que os cálculos de Kardec sobre seu retorno à carne careciam da visão elástica dos Espíritos desencarnados, pois hoje podemos depreender das mensagens já analisadas que sua encarnação para dar cumprimento a Missão se daria somente após a 2ª Guerra Mundial. Esse período para o novo encarne de Kardec percorre os anos entre 1945 e 1985.
É no dia 22 de dezembro de 1861, sob o título “Meu Sucessor”, que ocorre uma mensagem reveladora sobre o sucessor de Kardec. Nela podemos hoje vislumbrar o Chico Xavier como sucessor de Allan Kardec, sendo que em acordo com o conjunto das informações cotejadas sobre o retorno do Codificador, fica apresentado que Chico Xavier, que encarnou no dia 02 de abril de 1910, viria antes da nova encarnação de Kardec. Na formulação da pergunta também está patente a preocupação de Kardec sobre quem seria o sucessor, visto a ausência de prováveis sucessores em sua época, mesmo tendo a tarefa facilitada, já que as bases da Doutrina estavam fundadas. Na resposta o Espírito informa que apesar da futura ausência de Kardec, diante do seu desencarne, “aconteça o que acontecer, o Espiritismo não periclitará”. É na sequência da mensagem que identificamos o perfil de Chico Xavier:


[...]Sua tarefa será assim facilitada, porque, como dizes, o caminho estará todo traçado; se ele daí se afastasse, perder-se-ia a si próprio, como já se perderam os que hão querido atravessar-se na estrada. A referida tarefa, porém, será mais penosa noutro sentido, visto que ele terá de sustentar lutas mais rudes. A ti te incumbe o encargo da concepção, a ele o da execução, pelo que terá de ser homem de energia e de ação. Admira aqui a sabedoria de Deus na escolha de seus mandatários: tu possuis as qualidades que eram necessárias ao trabalho que tens de realizar, porém não possuis as que serão necessárias ao teu sucessor. Tu precisas da calma, da tranquilidade do escritor que amadurece as ideias no silêncio da meditação; ele precisará da força do capitão que comanda um navio segundo as regras da Ciência.
Exonerado do trabalho de criação da obra sob cujo peso teu corpo sucumbirá, ele terá mais liberdade para aplicar todas as suas faculdades ao desenvolvimento e à consolidação do edifício.
P. — Poderás dizer-me se a escolha do meu sucessor já está feita?
R. — Está, sem o estar, dado que o homem, dispondo do livre-arbítrio, pode no último momento recuar diante da tarefa que ele próprio elegeu. É também indispensável que dê provas de si, de capacidade, de devotamento, de desinteresse e de abnegação. Se se deixasse levar apenas pela ambição e pelo desejo de primar, seria certamente posto de lado.


Percebe-se na resposta do Espírito a importância de Kardec enquanto encarregado da concepção da Doutrina Espírita e a de Chico Xavier o de executar com energia e ação a obra codificada por Kardec. Chico Xavier utilizou-se de suas faculdades para desenvolver e consolidar o Espiritismo de Kardec, conforme anunciado nessa mensagem de 22 de dezembro de 1861.
Que Deus ilumine a todos! E que Kardec, atualmente encarnado em novo corpo, consiga levar a bom termo a sua missão.
Irmão Aníbal
Mensagem recebida em 18 de abril de 2012.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Cidade Espiritual localizada sobre a Ásia – Seria um evento Futuro? – Parte II

Entramos na casa. As paredes eram feitas de blocos de pedra, enquanto que a porta era feita em madeira grossa. Os móveis também eram de madeira. A impressão que tinha era de estar entrando num museu.
Logo na entrada, à nossa esquerda, existia uma escrivaninha com três gavetas. Sobre ela estavam preservados alguns manuscritos contendo cálculos, datas e outros símbolos que não entendi o significado. Também havia um tinteiro e uma pena. A cadeira que estava na frente da escrivaninha, estava posicionada com a parte de trás encostada na mesma, dando a entender que o ocupante sentava de costas para a escrivaninha.
A parede do lado oposto à escrivaninha tinha um quadro proporcional ao tamanho da parede. O quadro, um quadrado de um metro e meio aproximadamente e de cor branca perolizada, tinham filamentos em madeira que saiam de suas extremidades e de suas laterais. Esses filamentos tinham inscrições e números. Atravessando esses filamentos, existia ainda um aro de metal com treze símbolos do zodíaco. Esse aro era seguro e corria sobre quatro roldanas fixas na parede. O que lhe garantia o movimento circular. Bartolomeu passou a explicar sobre o instrumento.
-O que você vê na parede, corresponde à ferramenta mais antiga utilizada para visualizar o futuro. Nostradamus, em seus muitos desdobramentos, consciente, sentava nessa cadeira e olhava fixamente para esse painel. Com seu pensamento mergulhado no desejo de ver o futuro, o circulo se movimentava para determinada posição, possibilitando ver as imagens do futuro como se lá ele estivesse presente. Ao terminar de ver o futuro, ele voltava a ver a posição onde o círculo parou, identificando assim as datas dos acontecimentos. Quando Nostradamus retornava ao corpo, tomava sua luneta e iniciava os cálculos para ter certeza sobre as datas e os acontecimentos futuros. Mas antes de você sentar, venha aqui para ver outra parte da casa.
Bartolomeu levou-me para uma sala ao lado, muito maior que a primeira, onde existia uma biblioteca repleta de livros antigos, todos bem organizados em estantes de madeira. No centro da biblioteca havia uma grande mesa onde estavam mapas tracejados em tecido.
Disse, Bartolomeu:
-Aqui, foi a biblioteca onde Nostradamus estudou enquanto seu corpo repousava.
No alto de duas paredes havia três aberturas circulares, por onde entrava a luz do Sol. Assim como na primeira sala, na biblioteca o assoalho era feito em tabuões. Sendo que para entrar na mesma, tivemos que descer dois degraus.
Depois de conversarmos por algum tempo sobre os livros e mapas, Bartolomeu solicitou que voltássemos para a sala da escrivaninha. Ali, ele passou a explicar o que iria acontecer. Pediu que eu sentasse na cadeira e olhasse para o quadro.
Sentado na cadeira, fiz o que o mentor solicitou. Notei que o quadro passou a ficar semelhante a um espelho. Em seguida eu ouvi um barulho de catraca e me senti flutuar, como se eu saísse da casa.
Era como se eu estivesse, em espírito, noutro lugar. Eu estava no alto de uma montanha. Lá embaixo, diante de mim, havia uma grande cidade. De repente ouvi um estrondo e no horizonte daquela cidade vi surgirem quatro cogumelos enormes de fumaça, iguais aos de uma explosão de bomba atômica. Os cogumelos atingiram grande altitude. Em seguida ouvi um forte chiado, acompanhado de um vento que aumentou bruscamente de velocidade. Senti um forte calor no vento, que era acompanhado por labaredas de fogo.
Toda a cena aconteceu em segundos. Mas, a sensação de estar presente no local me levou a abaixar diante do vento quente e das labaredas que passaram por cima de mim. Quando levantei, - Meu Deus! -, não vi mais a cidade. Sobre ela estava uma espessa nuvem de cor chumbo.
Diante daquela visão catastrófica, fiquei, de pé, observando o intenso movimento daquela nuvem de poeira e fumaça. Sentindo o coração acelerado pela visão assustadora e a boca seca pelo impacto do susto, me vi logo diante da tela, sentado na cadeira da sala. Bartolomeu me observava com seu olhar complacente. Ali na cadeira eu parecia ter despertado de um pesadelo. Meu coração continuava acelerado e minha boca parecia mais seca ainda. Bartolomeu, então, colocou suas mãos sobre minha cabeça. Foi quando imediatamente recobrei a calma.
Observei que o circulo estava, agora, parado em outra posição. Os filamentos de madeira também haviam mudado. Dois deles pareciam mais curtos e um terceiro mais longo. Reparei que o círculo e os filamentos haviam montado uma combinação de números e símbolos. Bartolomeu pediu para que eu levantasse da cadeira e passou a explicar:
-Toda a combinação formada pelo círculo e as arestas, definem o ano, o mês, a hora e a localização dos acontecimentos. Esse instrumento foi elaborado a pouco mais de seiscentos anos. Ele é formado por um complexo e poderoso captador de energias mentais dos encarnados e processa um número extremamente gigante de informações, transformando-as em imagens. Ao combinar as informações com algoritmos de grande complexidade, o observador poderá visualizar o somatório das combinações como resultados em acontecimentos futuros. Apesar dos Espíritos possuírem a faculdade de ver o futuro e o passado, nem tudo é possível ver com precisão. Esse equipamento foi construído para facilitar a visão do Espírito e propiciar precisão nas informações. Desde que esse equipamento foi construído, diversos irmãos que trabalharam na sua tecnologia, encarnaram na Terra e foram levando aos poucos a possibilidade de se construir algo similar. Atualmente a Terra conta com computadores cada vez mais potentes. Os programas não param de evoluir. E as análises combinatórias e os algoritmos ganham mais complexidade. E já são muitos os encarnados estudiosos de cenários futuros na área da política, mercado e economia. Guarda o que você viu nas imagens. O importante é saber que o futuro não está oculto e nem é imprevisível ou incerto aos homens. Todas as potencialidades desenvolvidas pela informática, matemática, política etc., dão condições ao homem de prever e desvendar o futuro, tornando-o mestre de seu próprio destino. Agora, retorne ao corpo, pois poderá se atrasar para suas obrigações na Terra.
Retornei ao corpo às 6h50min. De fato, não ouvi nem o despertador que sempre deixo programado para as 6 horas.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Cidade Espiritual localizada sobre a Ásia – Parte I

Na madrugada do dia 25 de janeiro de 2011, fui levado pelo mentor Bartolomeu para uma Cidade Espiritual que fica sobre o continente asiático.
-Charles, estamos numa cidade localizada sobre a Ásia. Para evitarmos qualquer desentendimento que possa vir a afetar seu trabalho, o nome e a localização aproximada serão preservados. Nosso objetivo hoje é lhe mostrar sobre os preparativos que a Espiritualidade vem organizando diante de acontecimentos futuros.
Estávamos numa avenida pavimentada, com largura de uns 100 metros, que adentrava a cidade. Na sua entrada existiam duas gigantescas colunas que se encontravam bem no alto, formando um “X”. Conforme a disposição da avenida e a posição do Sol, percebi que a mesma se estendia de Leste a Oeste. Bartolomeu se antecipou e comentou sobre a cidade.
-Esta é uma das Cidades Espirituais mais antigas da Terra. Foi daqui que saíram muitos trabalhadores para auxiliar nos trabalhos biológicos para a evolução do homem, no passado longínquo. Aqui estão os registros de todos os procedimentos realizados e os resultados obtidos para a constituição do corpo humano. Aqui também estão registrados todos os acontecimentos das civilizações e suas histórias.
Enquanto caminhávamos cidade adentro, Bartolomeu ia falando sobre os arquivos guardados e a importância da cidade.
-Diversos irmãos que tiveram a missão de escrever sobre o futuro da humanidade, estiveram aqui para visualizar os acontecimentos. Para se ter uma ideia, Nostradamus, antes de escrever sobre o futuro, era trazido, em desdobramento consciente, até aqui para visualizar as ações humanas e os destinos da ciência e tecnologia, dos povos, nações, governos e líderes. O trabalho desenvolvido por esta cidade foi o de sempre acelerar a evolução da humanidade. Seus emissários seguidamente recorreram às esferas superiores, buscando orientações para seus trabalhos, bem como buscaram missionários para encarnar na Terra e colaborar com a evolução da humanidade. Diversas vezes os emissários visitaram planetas distantes e mais evoluídos, buscando por irmãos que aceitassem encarnar na Terra para contribuir em sua evolução. Independente dessa busca louvável sempre ocorreu encarnações de Irmãos da Espiritualidade Maior para lançar luz no caminho da humanidade.
Apesar das explicações de Bartolomeu, era impossível não se deslumbrar com a beleza da cidade.
A cidade era completamente plana. As avenidas eram largas. A vegetação complementava toda a arquitetura das casas e dos imensos prédios. Os canteiros que ladeavam as avenidas eram formados por flores de pequena altura, circundando árvores de grande porte, semelhante as palmeiras.
Os prédios eram de trinta, quarenta ou cinquenta andares e construídos em variadas estruturas arquitetônicas. Uma mistura de vidros, mármores, jardins suspensos e armações metálicas. Todos eram muito altos. Cada um dos prédios ocupava o espaço de uma quadra. No entorno de cada prédio, jardins e praças eram tomados por entidades sentadas nos bancos, sobre a sombra de pequenas árvores, lendo livros ou conversando. Também havia diversas entidades que cruzavam em todas as direções.
A luminosidade do Sol, que parecia indicar umas 10 horas da manhã, dava mais vida e beleza a todo o cenário da cidade. Fontes de água construídas em pedra e chafarizes esguichando a uma altura de 20 metros tinham seu spray levado pelo vento, criando no ar as cores arco-íris.
Um dos prédios parecia estar suspenso no ar. Nesse, havia apenas quatro colunas, uma em cada canto, construída como sobre ilhas em um espelho d'água que circundava todo o prédio. Nelas, a vegetação foi disposta de tal forma que as colunas ficaram ocultas. E conforme o vento mexia com as folhagens, tinha-se a impressão de ver o prédio flutuando. Abaixo do prédio, bem ao centro, havia uma rampa em formato helicoidal, que conduzia aos andares do prédio. E ao centro dessa rampa havia uma coluna circular, feita em vidro, onde estava o elevador. Pude perceber que ali onde estavam a rampa e o elevador, constituía uma abertura até o topo do prédio, por onde entrava a luz do Sol. Olhando de fora, aquela rampa parecia uma enorme mola branca, enquanto que a coluna de elevador representava um eixo central. Existiam quatro pequenas estradas de acesso, semelhantes a pontes, que cruzavam o espelho d'água da calçada até a área da rampa e do elevador. O fundo azul do espelho d'água refletia a luz do Sol que, contrastando com as flores e folhagens, iluminavam o teto com colorido em movimento.
Depois de contemplar por alguns segundos aquele prédio, Bartolomeu indicou que já estávamos perto do nosso destino. Foi quando vi dois discos voadores lentamente cruzando o céu. De imediato questionei meu mentor:
-Bartolomeu! São discos voadores de extraterrestres?
-Sim! São nossos irmãos. Vem de outro planeta e cumprem missões aqui na Terra. Há milhares de anos essa atividade de colaboração acontece. Porém, eles ainda não têm autorização para se manifestarem publicamente na Terra. Suas aparições são sempre isoladas e se destinam a despertar a humanidade. Apesar de possuírem um corpo físico, de densidade similar ao do homem na Terra, esses irmãos necessitam de roupas especiais para saírem das naves quando em atividades terrenas. Seus trabalhos, em especial, constituem em colaborar na evolução humana. Eles auxiliam nos resgates de espíritos e também promovem resgates de encarnados. Mas me abstenho, por enquanto, de lhe falar com mais detalhes sobre os extraterrestres e esses resgates. Temos uma pauta a cumprir hoje e sua atenção deve estar focada.
Depois de caminharmos aproximadamente por uns 15 minutos, chegamos a uma grande casa.
-Charles, pela porta dessa casa Nostradamus passou diversas vezes. Aqui está preservada a tecnologia utilizada por ele para enxergar o futuro. Apesar dos avanços nesses quinhentos anos, optou-se em preservar esse cenário, a casa e a tecnologia, tal qual a utilizada por Nostradamus.