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terça-feira, 22 de setembro de 2015

Jardim resplandecente

Na cidade Horizonte de Luz, localizada na espiritualidade próxima da Terra, organizamos um jardim para homenagearmos a cada atividade de Amor que nossos Irmãos e Irmãs encarnados realizarem em favor dos necessitados.
Começamos essa atividade ainda no ano passado. Não que isso tenha alguma sugestão de compromisso ou responsabilidade. Mas sim para significar uma homenagem amorosa para cada Irmão e Irmã Encarnada que labuta pelas necessidades alheias e em prol da Espiritualidade Divina.
Queridos e Queridas, para cada flor que colocamos no jardim, fomos dando o nome da Irmã ou do Irmão Encarnado que acompanhamos nas atividades terrenas.
A beleza da natureza e da Amorosidade de nosso Pai Celestial é tão grande, que logo o jardim ficou resplandecente; com diversas e maravilhosas luminosidades.
E na sabedoria Divina, surgiu uma sintonia entre a flor que plantamos e a Irmã ou Irmão Encarnado. Verificamos as flores que, deveras, às vezes, perdem um pouco da luminosidade própria. E notamos que é quando a Irmã ou o Irmão Encarnado fica triste. Não que ficaríamos sem saber de tais momentos. Mas o Amor do nosso Pai Celestial é tão grande, que quando uma de suas filhas ou filhos fica triste, sua dor se reflete ao universo; e nós logo acudimos seus pensamentos e regamos a flor com Luz de Amor.
Um dia conhecerás esse jardim resplandecente, e poderá ver e tocar nas flores que plantamos em teu coração.
Fique com Deus!
Irmã Noêmia

Psicografado em 21 de setembro de 2015.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Visitando o Hospital de Cáritas, na Espiritualidade – Parte II


Tão logo a Irmã Glória seguiu para acompanhar os pacientes, o Mentor Bartolomeu indicou que também entraríamos no Hospital.
Ao passarmos pelo pórtico de entrada, senti uma vibração diferente. Meus sentimentos de amor, de carinho, de fraternidade, ficaram mais salientes. De repente sentia uma leveza no íntimo que tocou-me um forte sentimento de gratidão. Bartolomeu, vendo o que ocorria, explicou:
-Irmão! Estamos entrando na área hospitalar no exato momento que a Espiritualidade Superior oportuniza as vibrações de prece, de saudade fraterna, de carinho, saúde e tantas outras que possam tocar o coração daqueles que deixaram a veste terrena. Essas vibrações são originárias daquelas pessoas, familiares e amigos, que continuam encarnados, mas que vibram pelos seus queridos que desencarnaram. Repare com mais atenção: existe uma musica no ar! Os louváveis sentimentos dos terrenos chegam aqui transmutados em sonoridade angelical, contribuindo para a recuperação daqueles que aqui chegam para tratamento.
De fato, passei a ouvir uma suave cantoria. Em tom quase imperceptível, tinha a nítida certeza de que era um coral de crianças a cantar. Entre as rimas que ora aconteciam, nomes de pessoas eram entoados entre frases que destacavam: “a vida continua”, “te amo para sempre”, “esteja com Deus”, “Deus ilumina”.
Enquanto ouvia a musicalidade, nosso deslocamento do pórtico de entrada, até o primeiro prédio, deu-se numa distância de aproximadamente duzentos metros.
No início, logo na entrada do pórtico, existe uma parte de uns dez metros que é do mesmo calçamento da parte externa. Em seguida, estendem-se gramados e jardins em uma ampla área arborizada, com diversas banquetas e bancos de jardim espalhados e onde em algumas haviam entidades sentadas.
O gramado era recortado apenas pelos cinco caminhos feitos em pedras em formato de losango, como o ponteiro de uma bússola; cada um daqueles corredores conduzia para um grande prédio. As pedras estavam unidas em suas extremidades, como que encaixadas a uns cinco centímetros em suas extremidades laterais; esses encaixes se alternavam de lado ao longo do caminho, mantendo a disposição do caminho em linha reta.
Chegamos na frente de um dos prédios. Era todo envidraçado. Acredito que tinha uns oito andares. Toda a parte de entrada era de um vidro em tonalidade levemente esverdeada. Colunas redondas e marmorizadas estavam dispostas ao longo da fachada.
Estando na frente, onde paramos por breve instante, fiquei a observar o movimento intenso no ambiente interno do prédio.
Ao nos aproximarmos da entrada, a vidraça que parecia ser uma porta automática se desfez como numa desmaterialização. E assim que entramos, pude ver melhor o intenso movimento de entidades.
No centro daquela área do prédio havia um jardim com uma fonte d'água. Ali também estavam alguns bancos de jardim. Esse espaço correspondia a uma grande área, de onde era visto todos os andares que davam acesso aos quartos. No alto há uma gigantesca claraboia, da mesma dimensão do jardim, onde via-se uma nuvem de luminosidade leitosa a mover-se lentamente como uma onda.
Nos parapeitos dos andares estavam alguns pacientes a observar o ambiente. Num dos andares, identifiquei o Irmão Pedro, que havia desencarnado fazia uma semana.
Bartolomeu recomendou que fossemos conversar com o Pedro:
-Já identificou onde está nosso Irmão Pedro? Vamos lá conversar com ele.
Num rápido relance, me vi imediatamente ao lado de Pedro. Ele estava com o braço direito apoiado sobre o parapeito, olhando para baixo, e não percebeu nossa chegada. Ele estava usando vestes de paciente e tinha o braço esquerdo com algo que parecia uma leve varicose, sendo que no dorso da mão esquerda havia uma atadura.
Me dirigi a ele:
-Olá Pedro! Como está?
Quando nos viu, Pedro inquiriu:
-Nossa! Você também morreu?
Bartolomeu assumiu as explicações necessárias; sobre o que estávamos fazendo no Hospital, entre outros esclarecimentos.
O Irmão Pedro já contava com oitenta e três anos quando teve um AVC e ficou em coma durante mais de quarenta dias. Seu desencarne deu-se num sábado, quando a equipe do Dr. Frederich conduziu os últimos desenlaces. No mesmo dia Pedro foi internado no Hospital de Cáritas para receber o tratamento adequado. Seu comentário sobre a situação é interessante:
-Estou admirado com tudo isso aqui. E nem sei mais se estou morto. Lembro a todo o momento do filme “Nosso Lar”. É tudo muito parecido. Tudo fica muito familiar. Lembro das situações e necessidades do “André Luiz” em querer ver e saber sobre a família na Terra. Tudo isso estou vivenciando. Minha mãe ainda não veio me visitar. Mas já me informaram que antes de eu ter alta ela virá. Já recebi a visita de dois amigos e agora a de vocês. Estou aguardando meu pai. Disseram que ele daqui a poucas horas, no vespertino, antes da nossa reunião para oração coletiva. Confesso! Sinto que estou vivenciando o filme “Nosso Lar”. Já disse aqui para os doutores que quero trabalhar logo; quero trabalhar com flores. Meu quarto está cheio delas. A todo o momento chegam elas em belos vasos; em lindos arranjos. Cuido de cada uma delas. Já disseram que essas flores são a materialização das preces da minha esposa. Vou cultivar essas flores para o dia que minha querida “Mara” aqui chegar.
Ficamos um tempo conversando com o Irmão Pedro. Bartolomeu fez diversas explicações para auxiliar na adaptação do Irmão. Também comentou que eu conversaria com a Mara, dentro das possibilidades, informando sobre a situação do Irmão Pedro.
Tivemos a oportunidade de entrar no quadro de Pedro, onde muitos vasos de flores perfumavam o ambiente. Ali o deixamos acomodado na cama, e nos despedimos. 

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Sonoridade Espiritual


Irmãos em fé!
Na Espiritualidade a musicalidade é de sublime encantamento. Basta um leve acordeom para movimentar todas as fibras da Alma e fazer as emoções correrem o Universo e festejar as bençãos do Pai Celestial.
Diferente do que ocorre na matéria, onde as ondas sonoras necessitam do ar para se propagarem e dos sentidos auditivos para serem percebidos e interpretados pelo cérebro, na Espiritualidade a sonoridade musical possui a sutileza do pensamento e faz os Espíritos irradiarem luzes diáfanas, coloridas e de muita intensidade ao simples tilintar no íntimo, tornando energia que acelera um dínamo a produzir Amor.
Assim como a musicalidade Espiritual, possuidora dessa condição sublime de potencializar o Amor e a irradiação envolvente dos Espíritos, a Oração também propicia os mesmos encantamentos vibracionais.
Tal como na musicalidade Espiritual, a oração faz surgir Flores Espirituais que salpicam todo o ambiente, produzindo uma atmosfera luminosa, acolhedora e perfumada.
O coração humano, quando tocado pelas graças da musicalidade ou da oração produzida pelos seus queridos na Espiritualidade, produzem vibrações mentais que aceleram os sentimentos, proporcionando fugidios sentimentos de calor ou de oportunizar olhos marejados de alegria pela lembrança querida da Alma amada.
Certamente, esses momentos revelam a sintonia entre Espíritos Desmaterializados e Encarnados, fazendo crer que em determinado futuro estarão novamente juntos para o abraço do Amor Fraternal.
Enquanto esse momento não chega, pedimos aos Encarnados o recolhimento em algum momento, para possibilitar sentirem a Sonoridade Espiritual realizada pelas Almas amorosas que cantam, tocam e oram para você que nos lê.
Fiquem com Deus!
Com Amor, Irmã Noêmia.
Mensagem recebida em 19 de julho de 2012.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Aniversário do desencarne de Chico Xavier


Eram pouco mais de 19 horas do dia 30 de junho de 2002, quando nosso querido Irmão Chico Xavier se despediu da sua vestimenta terrena. Antes de partir para o plano Espiritual, o Irmão Chico orou ao Pai Celestial e ao Mestre Jesus. Fez ligeira pausa mental e lembrou de muitos dos seus Irmãos e Irmãs que o auxiliaram na Terra, desde Pedro Leopoldo até Uberaba. Em cada recordação fazia reverência a cada Alma querida que lhe contemplava a memória. É, sua Alma estava executando os procedimentos de desenlace da matéria.
As vivências, em muitos momentos regrados com dor e sofrimento pessoal, entremeados de angústias silenciosas diante do destempero e da incompreensão, não destoaram seu Amor por todos aqueles que o procuraram e por todos aqueles que o perseguiram e o difamaram.
Sua Alma resplandecia em grandes extensões, levando bençãos de Amor e Paz para todos que lhe apareciam na memória. Numa velocidade impressionante, o Irmão Chico buscava cada um de seus queridos, indistintamente, lhes levando o espiritual beijo da Paz, que ele tanto o fez quando encarnado: beijar a mão das Irmãs e Irmãos, num resplandecente ato de caridade cristã e humildade serviçal aos preceitos do Mestre Jesus.
Nobre Irmão Chico, que hoje vive e convive entre os desencarnados, no incessante trabalho de dedicação ao próximo, brindou a Terra com o exemplo cristão de abnegação total ao Amor, ao Espírito e especialmente ao Próximo.
Quem dera os Irmãos de hoje terem a sutileza Espiritual de encontrá-lo em suas atividades. A desmaterialização do Irmão Chico foi de tal ordem que sua ascensão no momento do desencarne processou-se como num arrebatamento quase que instantâneo aos mais altos graus da Espiritualidade Superior, escapando da capacidade visual de muitos Espíritos que o aguardavam para lhe reverenciar e dar as boas vindas em seu retorno à Espiritualidade e pela missão que concretizara na Terra.
Mas a imagem mais significativa do desenlace do nosso querido Irmão Chico foi o momento que sua Alma lembro de seu mentor Espiritual. Chico viu Emmanuel em suas memórias, e logo estava Chico diante de mirrada criança amparada nos braços da mãe. Momento luminoso que fez todo o ambiente irradiar felicidade sublime. Do alto uma enormidade de Flores Espirituais foram derramadas sobre a criança e sobre sua mãe. Uma suave musicalidade se fez ouvir entre todos ali presentes; entre os encarnados e os desencarnados que acompanhavam os momentos de desenlace do Irmão Chico. A mãe da criança sentiu uma paz que lhe transladou os pensamentos em lembranças de cidades Espirituais e de seres angelicais. De repente sentiu uma esfuziante emoção e sentimento de louvor ao Pai Celestial. E por um fugidio momento pensou em Chico Xavier. Já o menininho esboçou um sorriso que encheu mais ainda os sentimentos de felicidade da mãe.
Ali, de joelhos diante do Emmanuel encarnado, Chico fez um gesto repleto de ternura. Agradeceu ao Pai Celestial e ao Mestre Jesus. E numa oração que encheu o ambiente de Espíritos Superiores, de Anjos Querubins e Serafins, Chico beijou a mão de seu dileto mentor; menino encarnado já contando com dois anos.
Pronto! O ato de desenlace do Espírito e do corpo estava terminado. Chico estava entre os mais amados Irmãos da Espiritualidade. E a subida se fez!
Neste ano de 2012, completam dez anos do desencarne do Irmão Chico Xavier. Entretanto, nos altos da Espiritualidade em que se encontra, esse tempo lhe parece como algumas horas. Mas sabe ele perfeitamente do tempo transcorrido na Terra e da densidade material que o separa da crosta. De onde ele está é possível contemplar a Terra em sua totalidade esférica.
Felicidade, Paz e Amor ao nosso querido Irmão Chico Xavier!
Do Amigo e Irmão Emerson.
Mensagem recebida em 21 de junho de 2012.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Balanço anual das atividades Espirituais


No dia 24 de dezembro de 2011, como é de praxe, acontece o balanço das atividades espirituais desenvolvidas nas Casas Espíritas. Na região do Brasil, tal atividade ocorre na Cidade Espiritual Vida Nova, localizada sobre Manaus e onde está o Observatório Espiritual para o Desenvolvimento e Evolução Cristã.
O encontro reúne entidades mentoras e trabalhadores diletos da Espiritualidade, onde apresentam os resultados alcançados, os trabalhos que merecem ser retomados com o auxílio zeloso do Alto – devido alguns contratempos originados no conflito de interesses entre encarnados e a intromissão de desencarnados afeitos à vaidade dos títulos ou posições –, bem como projetam novos complexos de trabalhos destinados ao aprofundamento da Moral de Cristo e a iluminação no campo do conhecimento aos novos visionários da Espiritualidade.
O encontro também contou com a participação de Irmãos encarnados que auxiliam anonimamente nos trabalhos Espirituais. Tais Irmãos estão entre aqueles que nossos queridos encarnados na Terra classificam como Extraterrestres. A participação desses Irmãos se dá por bilocação ou desdobramento.
Na oportunidade das projeções para 2012, ficou estabelecido o aumento das atividades de comunicação, com vistas a determinados conhecimentos, e o envolvimento de maior número de trabalhadores encarnados junto aos trabalhos de orientação e evangelização.
Entidades da Espiritualidade Superior se fizeram presente ao final do encontro, momentos antes da oração de encerramento, e conclamaram para os trabalhos junto aos desencarnes em massa, decorrentes das ações humanas e das confluências da crosta terrestre.
Essas entidades da Espiritualidade Superior convidaram todos os presentes a orar em uníssono. O ambiente do auditório foi tomado por uma cintilante cor violeta e uma impressionante melodia que arrebatou em vibração a todos. Em seguida, uma luz branca passou a tomar conta de todo o ambiente, num processo de alvura, de onde se enxergavam milhares de pequenas flores descendo do teto sobre os presentes, na mesma medida em que se materializava um coração azul anil, pontilhado por pequeninas estrelas douradas, subindo em direção ao teto que se abria para uma dimensão mais sutil da Espiritualidade.
“Que a Paz esteja no coração de todos!” foi o chamamento final do Anjo que conduziu a oração e esse também é meu mais sincero desejo para você que lê esta mensagem.
Irmão Aníbal
Mensagem recebida em 27 de dezembro de 2011.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Dia de Oração

O dia consagrado aos mortos, ou seja, aqueles que já se encontram no Plano Espiritual, pois o que morre é somente a carne em seu processo de renovação, é oportuno para se reverenciar a Deus pelo seu desprendimento paterno ao permitir a chegada de grandes caravanas de Espíritos. Todos eles chegam para visitar seus entes queridos que ainda estão sofrendo e labutando nos afazeres terrenos, no aprendizado costumeiro.
Também ocorrem resgates nesse dia. O mesmo não se dá como em outros trabalhos de incursão das Equipes Socorristas. No dia consagrado à oração aos que já partiram, costuma abrir extensas faixas de luz em vibração, possibilitando para aqueles Espíritos que ainda vagam entre os encarnados, enxergar muitos dos seus conhecidos que o precederam no desencarne.
São encontros onde o Espírito se surpreende quando as duplas ou mais de conhecidos o encontram entre os encarnados. Esse, diante de ligeira perturbação, é acolhido e resgatado como aquele que apenas deixou de pegar o ônibus da excursão. Muitos não deixam de externar suas emoções e as lágrimas possibilitam a santificação de momento sublime.
O abraço afetuoso entre Irmãos traduz o amor de Deus aos que são resgatados nesse dia santificado.
Aos encarnados, a saudade daqueles que já partiram para a Espiritualidade se reporta aos momentos de lembranças agradáveis onde a tristeza pela separação representa, muitas vezes, o amor que se eterniza diante do sublime tempo que por alguns instantes se esvanece diante da oração e recordação.
Muitos Espíritos acompanham de perto, bem próximos, quase que abraçados ao encarnado que eleva o pensamento em oração, traduzindo em vibrações otimistas o encontro afetuoso de Almas que se querem bem. Orações coletivas criam campos vibratórios que afastam qualquer sentimento de malefício aos Espíritos.
A iluminação fluídica dos cemitérios se refaz e transforma o ar numa excelente atmosfera onde flores materiais se misturam com Flores Espirituais trazidas pelos diversos Espíritos. As cores mais lindas são formadas nas galerias e sobre os túmulos, transformando o ambiente num belo jardim, num campo de flores paradisíacas.
Alguns encarnados conseguem perceber, em breves imagens fugidias, o brilho que se faz diante dos raios do Sol. São momentos assim que nos fazem, a todos nós, agradecer ao Pai Celestial a dádiva de termos o Amor no coração e termo, também, entes queridos que vibram seus pensamentos em rogativas de Fraternidade.
Os encarnados orando, são como anjos para Espíritos que ainda buscam se desfazer das amarras terrenas. No transcurso da vida, as orações estabelecem ensejos maravilhosos, propiciando o resgate e também o desfazimento de perturbações quanto à situação em que se encontra o desencarnado vivendo entre encarnados.
Bem dito é o nosso Pai amado ao enviar as caravanas de Espíritos Superiores, precursores dos estimulantes propósitos de oração ao próximo. Localizar corações ainda presos aos ditames da matéria, mesmo estando desencarnados e coabitando com os encarnados, é um dos princípios das Equipes de Resgates do Coração de Maria. Conduzir Irmãos nossos para hospitais ou para recantos onde poderão recobrar sua caminhada espiritual, constitui uma das principais tarefas do dia destinado a consagrar os que já partiram para a Espiritualidade.
Meus queridos Irmãos e Irmãs terrenos. Encarnados de todos os dias, a oração continua sendo o mais importante lenitivo de Amor e o elo que mais aproxima as Almas. Fazei orações sempre que desejarem. Façam oração, em suas mentes, pelos que vocês lembrarem, mesmo aos encarnados. Talvez a lembrança seja um chamamento de socorro ou apenas uma lembrança amorosa que merece ser coroada pela oração.
Irmão Aníbal
Psicografado em 02 de novembro de 2011.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Saudade

O desencarne é uma viagem na qual o passageiro muitas vezes é levado de surpresa, sem dar-lhe a oportunidade da despedida. Além disso, o desprendimento da matéria causa certa confusão mental quando se processa o desencarne. Nem sempre se está preparado para o momento fortuito.
No desencarne pode ocorrer uma espécie de fantasia, onde os pensamentos mesclam diferentes situações de apresso e de cuidado sobre os bens materiais e sobre as pessoas a quem se ama. O grau de ligação com um ou outro depende muito da afinidade ao qual o desencarnante professava seus pensamentos mais íntimos. É no momento do desenlace que os pensamentos e desejos íntimos se revelam e o corpo físico não pode mais abrigar ou manter a cegueira costumeira dos mais apegados à matéria, como, do contrário, também se procederá a um encontro iluminado com familiares e amigos aguardando o aventurado.
De qualquer sorte, o desencarnante trará em seu coração a saudade daqueles que deixou na Terra. Saudade essa condicionada ao carinho e proximidade dos corações que sofrem no momento derradeiro da partida.
Cada desencarnante mergulha seu coração saudoso na mesma intensidade de dor em que mergulham os corações saudosos dos que ficaram na Terra. As ligações mentais, nesses momentos, dependendo do caso, levam certo tempo para se desatarem e a saudade entristecida passa a ser um angustioso sofrimento para os encarnados e um tormento ao desencarnado. Mas quando essa saudade é iluminada pela alegria e pela vibração da bem aventurança do que partiu, tenha certeza que o familiar ou amigo desencarnado receberá lindas homenagens do céu, na forma de flores coloridas a lhe cair sobre o Espírito.
Momentos assim animam uma ligação mental superior entre os entes queridos e o desencarnado aflora sua sensibilidade ao emitir votos de louvor e agradecimento pelo carinhoso coração. Então, o encarnado é retribuído com luzes e flores espirituais que aos mais sensíveis poderá ser percebido como um calor repentino, ou uma vibração que lhe eriça a pele, talvez a impressão de aromas ou perfumes, e até mesmo sentir a presença do próprio desencarnado – uma decorrência da intensidade da ligação mental.
Entre encarnados e desencarnados, onde a admiração, o carinho e o afeto se faziam como referência no convívio terreno, os laços jamais se rompem e a saudade pode manifestar-se num lenitivo divino, diminuindo a dor da separação temporária, quando se mentaliza a felicidade, o carinho e o afeto ao ente amado.
Irmão Afrânio
Mensagem recebida em 28 de junho de 2011.

terça-feira, 22 de março de 2011

Alvorada Nova

A Cidade Espiritual Alvorada Nova foi citada na obra “Nosso Lar” pelo nosso querido Irmão André Luiz e psicografada pelo também amado Irmão Francisco Cândido Xavier. Lá os conhecimentos estão todos voltados para o aprendizado consciente do trabalho e dedicação ao próximo e a Deus.
A Cidade é um primor de organização e de encanto quanto a sua beleza Espiritual. As praças servem de repouso e de contemplação da grandiosidade da obra de Deus. Elas são muito usadas, também, para os seus habitantes refazerem seus votos de eterno trabalho.
Em todas elas encontramos flores de todos os matizes de cores vibrantes, que estimulam a alma ao descobrimento constante da bondade divina. Os chafarizes de algumas exprimem o aconchego entre os planos mais etéreos com os habitantes da cidade. Ao som da água, surgem seguidamente mananciais de “enxames” de cores e Flores Espirituais que ventilam junto com o suave vento, ao efeito de brisa. Muitas dessas Flores Espirituais e “enxames” de cores decorrem das orações de amor que os Irmãos realizam junto dessas fontes maravilhosas de amor e bondade.
Noutro dia mesmo, vi diversas entidades cantarem junto de um chafariz, localizado na magna praça da cidade. O grupo orava em coro, produzindo um espetáculo de “enxames” de cores e de Flores Espirituais, tudo carregado pelo suave vento, que atinge as correntes descendentes de ar e chegam até a Terra. O grupo era formado por diversas crianças que se preparam para encarnar no Brasil.
Essas crianças trarão para a Terra um conhecimento mais avançado. Não só na questão da tecnologia ou dos conhecimentos, mas principalmente na faculdade de amar e de fazer a fraternidade. Cumprirão eles todas as suas responsabilidades na carne, mas o mais importante está no compromisso de desapego que trazem como exercício primordial de suas almas.
As Flores Espirituais e os “enxames” de cores que eram criadas durante a entoação das belas orações, destinavam-se às suas futuras mães na Terra, que já sonham com a chegada dos filhinhos.
O tempo de encarne de cada uma daquelas crianças respeita um conjunto de acontecimentos e se estendem por um período um pouco elástico. Elas encarnarão a partir de março de 2011 até janeiro de 2012. Esse grupo se comprometeu a desenvolver a ciência do Espírito no mais primordial apego ao amor. Suas faculdades se destinam a abrir espaço para outros Irmãos da Espiritualidade comunicar-se com os encarnados.
São quarenta e seis crianças que já receberam as bênçãos do Pai Celestial para iniciarem as atividades de aproximação para os procedimentos encarnatórios. Não restam dúvidas que as Flores Espirituais que elas oferecem para suas futuras mães, enchem de esperança a recriação permanente da vida.
Receber um desses anjinhos é uma dádiva concebida por Deus. Todas essas crianças são originárias de Cidades Espirituais localizadas nas Esferas Superiores, mas necessitaram receber na Cidade Espiritual Alvorada Nova os preparativos para o encarne.
Assim como ocorre em Alvorada Nova, onde dezenas de Irmãos Superiores recebem os preparativos para encarnar na Terra, em outras Cidades Espirituais a situação não é diferente.
Juntamente com esses Irmãos Superiores que aceitaram diferentes missões na carne, outros Irmãos aproveitam para aprender sobre o Amor, o Carinho e a imensa Fraternidade que esses seres iluminados propiciam a todos que a eles se aproximam.
Esses missionários se encontrarão na Terra com os que já os precederam e receberam o compromisso de abrirem caminho para as mudanças; em especial na maneira de pensar sobre o Mundo e o Universo.
São animadores os momentos de congraçamento do homem terreno com o conhecimento que está descendo das Esferas da Espiritualidade Superior e de alegria para todos aqueles que aderirem ao Amor de Deus para transformar a realidade terrena.
Os Céus abriram suas portas para os Anjos do Senhor descerem para a Terra e se aconchegarem entre os homens.
Mãezinhas e futuras mãezinhas acolham nossos mensageiros do Senhor com o Amor maternal que às dignificam diante do Pai Celestial.
Irmã Noêmia
Mensagem recebida em 21 de março de 2011.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Flores Espirituais surgem na oração

Quando oramos, buscamos estabelecer uma comunhão que envolve nosso íntimo com o íntimo de nosso Pai Celestial. Essa ligação, por sua vez, estabelece uma frequência vibracional que estimula diversos fluidos do Universo. Não é sem demora que no exato momento em que oramos, os fluidos assumem formas variadas. Essas formas constituem exatamente a frequência de nossos pensamentos.
Quando a oração é apenas pronunciada pela boca, sem envolver um desejo do coração, as formas são ocas e vazias. São frequências que produzem algo que representa corpos e objetos como se fossem deixados ao Sol para secar. O pensamento, nesse caso, se assemelha a um organismo que está desidratado.
Por outro lado, quando a oração é motivada pelo pensamento elevado, saindo do coração e constituída de desejo ardente de contemplar uma realização desligada dos princípios materiais, desejo de doação ao próximo e de aproximar o amor incondicional do Pai Celestial aos irmãos necessitados, temos então a construção de formas fluídicas que encantam o ambiente. São Flores Espirituais que se proliferam no ambiente em ato contínuo à oração. As Flores Espirituais que surgem no ar apresentam múltiplas cores, sempre em resposta ao desejo de quem faz a oração. Cada uma delas apresenta luminosidade específica, brilhando na exata intensidade da oração.
Essas Flores Espirituais, que caem sobre o irmão que ora e sobre o próximo a quem se destina a oração, representam o afeto de nosso Pai Celestial ao proporcional a fluidificação dos ambientes, dos irmãos que oram e dos irmãos necessitados, a quem se destina a oração.
A faculdade dos fluidos em assumir esses formatos luminosos, destaca a certeza de que o Espírito é o princípio inteligente do Universo, com capacidade de transformar a dor em alegria, o sofrimento em esperança e a escuridão em luz.
As Flores Espirituais são pontos de luz que se concentram no ar, no ambiente, constituindo um emaranhado colorido em formato de guirlandas ou arranjos de flores.
Transformar o ambiente, concentrando fluidos de saúde, paz, afeto, carinho, amor, amizade, fazendo esses fluidos assumirem formas de Flores Espirituais, é a potencialidade mais impressionante da oração. Essa potencialidade só ocorre quando existe um desejo sincero como expressão de quem está orando e a anuência do Pai Celestial, que atende ao filho que pede.
Todo o irmão, ao orar, cria uma frequência de luz tão sutil que propicia a aproximação e a assistência de Espíritos dedicados ao bem. Esses Irmãos recolhem as Flores Espirituais, esses concentrados de luz onde cintila o amor de nosso Pai Celestial, e entregam ao destinatário.
A oração é o mais precioso presente que qualquer um pode dar.
Irmã Noêmia
Mensagem recebida em 18 de janeiro de 2011.