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domingo, 16 de setembro de 2012

A influência infinitesimal


Aos Espíritos está o andamento quase que simultâneo das infinidades de moléculas elementares disseminadas pelo Universo. Todas, sem distinção, são influenciáveis pelo pensamento dos Espíritos e pelo movimento dos Princípios Inteligentes (que estão em progresso e chegarão ao estágio de Espíritos).
A certeza de tal fenômeno, se assim podemos chamar, está nas Leis Divinas. Aos seres inteligentes, que povoam o Universo, os diminutos corpúsculos que perfazem cargas de energia tão pequeninas, são destinados ao desenvolvimento do Espírito, lhes servindo de roupagem e também de sustância útil à condução do pensamento e das suas intenções. Essa substância foi classificada pelos Espíritos da Codificação como o Fluido Universal.
Esse fluido garante toda as ligações, junções e comunicações que ocorrem entre os Espíritos e a matéria. Também garante a estabilidade da matéria.
Assim, se temos os diferentes desdobramentos da matéria, que assumem diversas formas, é pelo fato de existir um Princípio Inteligente e uma intenção. Sem essas duas combinações, a matéria jamais adquiriria forma. Ou seja; está na intenção do pensamento dos Princípios Inteligentes e dos Espíritos o estabelecimento da integração da matéria a fim de a mesma adquirir forma e densidade. E o elemento que garante essa plasticidade, quem propicia essa densificação e vitalidade à matéria, é o Princípio Inteligente, o Espírito e o Fluido Universal.
Observe que esse atributo faz tanto do Espírito, como do Princípio Inteligente, artífices e cocriadores da obra divina. De tal forma que nenhum Espírito está passivo no Universo, pois seu pensamento a todo o momento está estabelecendo, na sutileza da matéria, em sua intencionalidade íntima ou não, dinâmicas envolvendo o Fluido Universal e a matéria, dando forma e peso ao pensamento. É como uma usina magnética a produzir diversos componentes a se dispersarem pela atmosfera e pelo próprio Universo, assumindo frequências que se combinam com as existentes e passam a imantar-se com o ente que as produz.
O pensamento é tudo no campo da intenção. É ele que movimenta o Fluido Universal e a matéria, fazendo-os se combinarem em diversas frequências e dimensões.
A humanidade já está conhecendo sobre essa capacidade do pensamento. Já conhece os princípios que fazem um elétron assumir comportamento distinto e em acordo com o pensamento do pesquisador que conduz as atividades científicas.
O desafio da ciência está em isolar a influência do pesquisador, para se entender melhor o comportamento dos componentes analisados. E isso levará um tempo. E quando a ciência humana acreditar alcançado tal façanha, se deparará com sutilidades ainda maiores. E prestes estará de identificar o Espírito desmaterializado e sua influência na matéria. Será o Big Bang da ciência, pois novos caminhos surgirão no conhecimento humano, paradigmas ruirão e teorias serão modificadas ou preteridas diante do avanço e do esclarecimento.
Fiquem com Deus!
Irmão Aníbal
Mensagem recebida em 15 de setembro de 2012.

sexta-feira, 8 de junho de 2012

O infinito Amor de Deus


Amados Irmãos e Irmãs!
Nosso Pai é ainda desconhecido para a humanidade, pois o vocabulário humano, ainda pobre em significados maiores e o conhecimento humano, ainda limitado quanto às questões mais elementares das dimensões etéreas, impossibilita o homem de descrever Deus.
A ciência terrena avança a passos largos, não temos dúvidas disso. Da mesma forma as expressões e os conceitos assumem novos cabedais de explicações e entendimentos. Mas a verdade é que o homem necessitará de novas e sucessivas encarnações para entender e ter acesso a conhecimentos maiores para ver e descrever sobre o Pai.
Talvez esse seja um importante motivador para se buscar dignificar as encarnações em toda a sua completude, pois é através dela que chegaremos ao Pai.
Vejam; é através da encarnação que chegaremos ao pai.
Assim, queremos afirmar que não bastam algumas encarnações, mas sim sucessivas encarnações. E em cada qual das atividades na matéria dará condições, se bem aproveitarmos em amor e dedicação ao próximo, na nossa maior aproximação para ver e descrever o Pai.
Queridos! A missão dos Espíritos na carne é compreender e trabalhar pelo desenvolvimento espiritual de todos os que lhe cercam. Compreender o próximo, auxiliá-lo em suas necessidades e incompreensões, oportunizando sempre a palavra amiga ou o silêncio pacificador, propicia maior libertação da matéria, propicia maior desmaterialização do Espírito e lhe oportuniza a diminuição da distância que o separa da contemplação do Pai.
Pois, amados Irmãos e Irmãs! Apesar de não ver e nem poder descrever sobre o Pai, isso em nada significa que Ele esteja distante. Nada disso! Ele pode estar ao seu lado, lhe contemplando. E o amado Irmão nada notar.
Por que isso pode acontecer?
Isso decorre da matéria que ofusca os sentidos do Espírito. E desmaterializar o Espírito constitui o essencial aprendizado a que temos de adquirir. Temos todos, Encarnados e Desencarnados, a missão de aprendermos a desmaterializar nossos corações e mentes, sendo esteios de amor e compaixão aos que nos procuram.
E sendo Espíritos afeitos ao bem, será nas sucessivas encarnações que aprenderemos a desfazer as amarras que nos prendem à matéria. E quando esse momento chegar, como nos diz os Espíritos Superiores, o último desencarne será o acordar vendo o Pai Amado a nos contemplar. Aí está a felicidade absoluta.
Fiquem com Deus!
Irmã Noêmia
Mensagem recebida em 07 de junho de 2012.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Mansão dos Mortos


As brumas de fumaças espessas que bruxuleiam constantemente os derredores do Umbral parecem como vapores que saem das fendas da terra, trazendo vapores quentes. A sensação é, no entanto, um tanto arrepiante, pois o cheiro e o frio que elas exalam provocam calafrios e nos fazem correr em direção oposta.
Na imensidão do espaço escuro e esquecido de todos, fica a vívida certeza de que algo diferente poderia ter sido feita em tempo remoto, quando encarnado.
É! Não soube aproveitar bem a oportunidade assumida na Terra e as consequências que eu próprio designei para meu transcurso na Espiritualidade me calcinam a Alma, que chora e geme, ri e lastima a própria sina assumida.
Quisera saber dos detalhes vindouros e eu jamais teria cometido tantos desatinos; jamais teria atentado com tamanha perfídia contra a própria vida.
A distância da faca ao peito é diretamente proporcional a mil vezes ao tamanho dos espaços lúgubres e desconexos que a minha própria coragem engendrou. Tudo faz crer que os quarenta centímetros que separavam a adaga que perfurou meu peito correspondem a uma vastidão ininterrupta de quatrocentos quilômetros de regiões ora enlameadas, ora calcinadas pelo calor escaldante do deserto, outra ora impregnadas de umidade, cheiros fortes, gritos e gemidos apavorantes que castigam abruptamente a paciência e a tolerância.
O Umbral é uma extensa região inóspita que calcina as Almas, mas que ao mesmo tempo nos arranca, tal como o médico que extrai os carcinomas, todas as nossas paixões materiais e sentimentos de vaidade da carne. A arrogância, aqui nesse vale de lágrimas, de nada vale. A esperança é a única força a animar e em afirmar, no íntimo do coração perfurado e que vez por outra ainda sangra, que sairemos desse lugar desolador.
Aqui não sei contar a passagem do tempo e menos ainda se é dia, se já foi dia alguma vez, pois o ambiente está em permanente mutação abrupta da penumbra para a escuridão absoluta.
E quando vozes gemem ao longe, podemos ter um pouco de privacidade e certa tranquilidade para descansarmos da caminhada incessante para lugar algum. Pois quando se ouvem gritos e se percebem esfarrapados correndo desenfreadamente, tem-se que correr, e correr muito e com todas as forças possíveis, sem olhar para traz. Turbas de entidades nos achincalham com tal voracidade a ponto de nos deixar completamente esgotados e com extenuantes dores pelo corpo todo. Eles aparecem como imagens de figuras horripilantes, rostos desfigurados, e exalam uma atmosfera de ar gelado que ao nos envolver, faz tremer de frio o corpo inteiro.
Fugir, como percebes, nem sempre é possível. Essas turbas nos envolvem e nos carregam por longas regiões num cansativo joguete de intenções descabidas.
E quando se consegue alguma trégua da dor, do frio, da fome, da turba ensandecida, busco na oração o aconchego da esperança de que o dia de minha saída do Umbral já está próximo.
Malaquias
Psicografado em 18 de janeiro de 2012.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Escola Espiritual de Alfenas – II


A Escola Espiritual de Alfenas desenvolve amplo trabalho na consubstanciação dos fluidos necessários ao desenvolvimento dos desdobramentos conscientes. Ou seja, para que o Encarnado possa desenvolver tal atividade, também é necessário que ocorra a influência da matéria sobre o Espírito, condicionando o corpo físico a receber uma determinada carga magnética, capaz de condicioná-lo a não apagar de todo as lembranças vivenciadas na Espiritualidade
Assim, com o auxílio de Médicos, os Professores e os Mentores conseguem capacitar os Encarnados para os trabalhos de desdobramentos conscientes.
Na Escola, o Departamento de Fluidificação e Magnetização presta serviços para diversas entidades. Todas elas recebem os preparativos necessários para iniciar as atividades correlacionadas ao progresso material dos Encarnados; progresso esse, obviamente, localizado em região específica do seu aparelho físico e destinado ao trabalho de eterificação e eterização de determinados laços fixados na matéria densa do organismo.
Para que se tenha uma melhor percepção, essa eterificação se dá nos laços da consciência, mais especificamente nos relativos à hipófise, glândula localizada no cérebro, na qual, quando se dá a acoplagem do Espírito ao corpo, toda a vez que esse retorna do sono e desperta, produz uma vibração que potencializa o esquecimento de muitos momentos vivenciados na Espiritualidade e também potencializa a fixação de ideias relacionadas às preocupações, imaginações e lembranças imediatas do Encarnado quanto a sua vivência na Terra e que ficaram em estágio letárgico quando iniciado a dormência do corpo físico.
Ao propiciar uma eterização fluídica nessa glândula, o Encarnado pode desenvolver a acoplagem com redução do impacto vibracional entre Espírito e Matéria, condicionando uma maior consciência da Espiritualidade.
Essa atividade pode ser desenvolvida pelos Mentores que conhecerem sobre tais procedimentos ou se estiverem sob orientação dos Professores ou Médicos da Escola Espiritual de Alfenas.
Para entender o que ocorre na acoplagem do Espírito ao Corpo, toda vez que tem início do despertar do organismo, é como se estivéssemos olhando para uma lâmpada e essa entra em uma cuba que lhe ofusca quase que por completo a sua luminosidade. Ocorrendo a eterização fluídica magnética da glândula, a acoplagem do Espírito passa a manter mais luminosidade que o normal, como se a lâmpada fora colocada dentro de uma cuba de vidro colorido e, deveras, transparente.
Assim, as lembranças ficam mais nítidas no consciente do Encarnado, propiciando-lhe maior discernimento quanto às vivências e experiências Espirituais.
Poderá recordar com maiores detalhes as conversas, os lugares e as pessoas com quem conversou. Também trará maiores impressões sobre aquilo que os sentidos lhe proporcionaram nos lugares por onde andou.
Nas atividades, a dedicação dos Mentores é primordial. Eles sabem quais os lugares da Espiritualidade que causarão maior percepção no Encarnado quando em desdobramento, propiciando-lhe o processo de consciência.
Meus Irmãos e Irmãs! Os trabalhos da Escola Espiritual de Alfenas já se fazem com um grandioso número de Encarnados. Todos são acompanhados e estão “catalogados”. As diversas dinâmicas e atividades desenvolvidas visam auxiliar no progresso do Espírito.
Assim como os trabalhos de fluidificação e magnetização ocorrem nos Centros e Casas Espíritas e Espiritualistas, para desenvolver as faculdades mediúnicas, também para o desdobramento consciente se dá fabulosa atividade. Porém, nesse caso o trabalho é mais direcionado ao ambiente doméstico devido às peculiaridades relativas ao momento do Encarnado; trabalho que deve ser realizado nos momentos que antecedem o desdobramento e a acoplagem do Espírito ao Corpo. Além disso, a vivência na Espiritualidade será outro ponto preponderante para potencializar as recordações e a consequente consciência durante o desdobramento.
Decorre dessa e de outras atividades o progresso do Espírito sobre a Terra. E mais e mais se perceberá homens e mulheres, Encarnados, recordando de suas vivências na Espiritualidade e de suas encarnações pretéritas.
Irmão Atanael
Psicografado em 21 de setembro de 2011.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Espiritualidade e Missão

Na vanguarda dos acontecimentos da Espiritualidade e suas manifestações terrenas, está à presteza da mediunidade em desfazer os impropérios das incertezas e desconfianças sobre a vida após a morte.
A vida continua. Na verdade, desde a criação do Espírito por Deus, a vida jamais cessa.
Quis Deus que o Espírito, em sua caminhada missionária ao progresso permanente, cruzasse por diversos caminhos na labuta constante com a Matéria, seu instrumento de aprendizado onde estão os sabores e inconveniências a desenvolver as diferentes relações entre os Espíritos, seja encarnado ou não.
A Matéria, em qualquer estado que se encontre, sempre exerceu importante instrumento para o ensino e aprendizagem aos Espíritos. E assim sempre será, pois está nas Leis Divinas que ocorra dessa forma o entendimento do Espírito sobre as coisas de Deus, sobre os Espíritos em geral e também sobre a Matéria em seus diferentes estágios (desde sua constituição densa, até seu estado etéreo)
Assim, da mesma forma que lutamos por desenvolver habilidades condizentes com a realidade onde encarnamos, estamos também desenvolvendo saberes que validam entendimentos direcionados à Espiritualidade, atribuindo condições ao Espírito encarnado desenvolver discernimento sobre determinadas necessidades. São momentos assim que elaboram debates entre encarnados e seus mentores, criando uma verdadeira universidade anônima a condicionar a reflexão no encarnado.
De sorte, o entendimento pode estabelecer mudanças significativas na forma como o encarnado julga ou entende a realidade que o cerca. De outra parte, tais reflexões no íntimo da consciência também serão, em algum momento, lançados para outros encarnados, estabelecendo assim um constante e permanente debate sobre a vida e também sobre a Espiritualidade.
São quatro os elementos, se assim podemos classificar para nosso entendimento nesse pequeno monólogo, a compor a existência universal: Deus, o Espírito, a Matéria e o Fluido Universal. Para o Espírito construir seu entendimento sobre si próprio e atingir o esclarecimento que o colocará junto de Deus, terá de trabalhar seus valores culturais, comportamentais, sua visão dos mundos e da vida em geral, cruzando pelos diversos caminhos da Matéria. Nessa jornada, a influência da Matéria, do Fluido Universal e de outros Espíritos atuando pela própria materialidade das coisas ou diretamente na consciência do encarnado, estabelecerá as condições de aprendizado e entendimento necessários ao progresso do Espírito.
Percebe-se assim a importância da Espiritualidade na incessante missão de contribuir para o entendimento Espiritual.
Absorto dos demais critérios materiais que cercam o Espírito em sua jornada pela Matéria tem o Espírito condições de desenvolver confortáveis reflexões sobre tudo e todos, sobre todas as coisas e também sobre suas angústias, desventuras ou mesmo sobre sua felicidade.
Compreender essa trajetória, condizente com os ditames presentes na Lei Divida, auxilia no desprendimento material e elevam o pensamento do encarnado aos benefícios da Providência Divina, que lhe atende prontamente as necessidades prazenteiras de esclarecimento e oportunizando o entendimento necessário sobre a Espiritualidade.
Como ensina o Livro dos Espíritos, o Fluido Universal é a matéria mais sutil a estabelecer um freio na composição da Matéria. Sem ele, a Matéria estaria em permanente divisão, impossibilitando, inclusive, a evolução do Espírito principalmente nos seus primeiros passos em direção à condição divina.
Meus Irmãos, muito mais poderíamos nos alongar nesse monólogo. Mas cabe o respeito primordial ao tempo e aos encarnados diante dos afazeres terrenos, escola condizente de preciosos ensinamentos.
Fiquem com Deus!
Irmão Aníbal
Mensagem recebida em 03 de agosto de 2011.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Desapegos

Bem aventurado os mansos, porque herdarão a Terra.
Mateus, 5
Irmãos e Irmãs!
O Pai Celestial criou um Universo inteiro para a nossa evolução em sua direção. Dentro dos diversos caminhos que cada qual escolhe na senda do progresso, muitos são os percalços e desafios a serem superados. Mas é na mansuetude de coração, é na mansuetude do Espírito, que amealharemos o nosso galardão junto ao Pai.
Façamos do amor e da caridade o nosso referencial de dedicação, tornando esse num hábito rotineiro, de forma que venhamos a ser reconhecidos pelos nossos atos auspiciosos de caminhar sempre na direção do bem, dedicando de nós mesmos para o próximo.
Irmãos e Irmãs! A vida na Terra é passageira, assim como em qualquer outro mundo habitado dentro dos princípios da corporificação material da carne. Nosso desejo consiste na vossa superação constante dos apegos materiais de qualquer ordem. Sejam eles relativos aos sabores, gostos ou odores. Pois todo o campo material que vos cercam, todo o ambiente que se forma em seu alinhamento corporal, consiste da mesma matéria quintessênciada que assumiu conformações de acordo com as finalidades a serem prestadas para o ensino e aprimoramento do Espírito.
Despojados do corpo e do ambiente material que vos cerca, a realidade se dá no mundo dos Espíritos, onde a mesma matéria quintessênciada assume conformações também destinadas a atender as necessidades relativas à evolução do Espírito.
Dessa matéria, que assume diferentes formas para atender as leis de progresso do Espírito, fica a nossa obrigação de aproveitá-la no sentido do bem e da evolução em direção ao Pai Celestial.
Busquemos entender as finalidades da matéria, onde a principal consiste em ferir os sentidos no propósito de auferir ao Espírito a condição de aprendizagem. Na medida em que o véu da matéria se desfaz, mais abrangente é o entendimento sobre o mundo dos Espíritos, o mundo de todos nós, encarnados e desencarnados.
Irmãos e Irmã! Não se está afirmando para relegar o ambiente material e os objetos que o compõem. Aos encarnados compete à exata aprendizagem sobre tais condições. Mas chama-se a atenção para que em tal realidade se utilize da matéria de forma comedida, compreendendo o estado passageiro pela carne.
Deve-se ponderar sobre as diversas condições a que são expostas cada uma das realidades materiais condicionantes para a evolução do Espírito. Cabe a cada um, no uso do livre-arbítrio, escolher o caminho que sempre se revela pelo apego ou desprendimento material.
Desenvolva sempre o discernimento, evitando os exageros. E saiba que esse também é um exercício que leva tempo na aprendizagem que nos conduz ao Pai Celestial.
Irmã Dulcinéia
Mensagem recebida em 02 de junho de 2011.